Mulheres 04/11/2024 14:20
Mudança de lei que pune de forma mais rigorosa homens agressivos agrada sociedade
Pena pode chegar até 40 anos para quem comete crime de feminicídio

Elas não se conhecem, são moradoras de bairros, municípios, cidades e até países diferentes. Mas o quê todas essas muitas mulheres têm em comum?
São agredidas por seus maridos, companheiros, namorados, parceiros ou por homens que não se conformam com a separação e se sentem no direito de achar que a mulher é propriedade deles.
Muitas não conseguem sobreviver a seus algozes e deixam filhos pequenos e familiares estarrecidos com tanta violência, principalmente praticada por quem ela dividia a vida de alguma forma.
“A Lei 14.994 fez alterações significativas não só no Código Penal, mas também na Lei de Execuções Penais e no Código de Processo Penal. Primeiro aumentou a pena do feminicídio, que antes era mínima de 20 anos, máxima de 30, e passa de 20 para 40. Esse aumento de 10 anos é um aumento significativo com reflexo na progressão do regime porque o cômputo para cálculo para o condenado poder ir para o semiaberto, depois para o aberto é calculado em cima do montante final da pena que ele foi condenado de modo que esse acréscimo de 10 anos vai poder permitir que ele passe mais tempo no regime fechado, que não tenha essa progressão de regime tão rápido por ter praticado o assassinato de uma mulher”.
Prioridade no julgamento
O profissional explica ainda que toda essa evolução da progressão do regime será monitorada, o que hoje não acontece necessariamente.
Secretária de Estado da Mulher do Rio de Janeiro, Heloisa Aguiar, aprova a alteração. “A recente mudança na Lei do Feminicídio é um passo significativo na luta pelo fim da violência contra meninas e mulheres e representa um fortalecimento do compromisso do Estado em proteger as mulheres. Essa alteração também busca assegurar que as vítimas tenham acesso a recursos e apoio adequados”
Ações para combater a violência contra a mulher
De acordo com Heloisa Aguiar, a Secretaria de Estado da Mulher tem realizado palestras e rodas de conversas em escolas nos 92 municípios do estado.
“A pasta também tem promovido a integração entre diferentes setores, como saúde, educação e segurança pública, para criar um ambiente seguro e acolhedor para as mulheres. O fortalecimento das redes de apoio, a capacitação de profissionais e a promoção de espaços de diálogo são essenciais para que possamos avançar na prevenção da violência. Ações como o Capacit Mulher, voltado para a formação continuada das profissionais que atuam no atendimento às mulheres, bem como o Programa Antes que Aconteça e a implementação do Observatório do Feminicídio são políticas públicas que fomentam a integração e o contínuo aprimoramento da rede.
Manifesto cênico revela cicatrizes

Descrição Jornalista
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