Arqueologia 17/12/2023 11:11
As 6 descobertas arqueológicas mais importantes de 2023
Foram várias conquistas e revelações da área nos últimos meses, incluindo objetos, estátuas e até uma cidade inteira.

O ano de 2023 foi considerado muito bem-sucedido pelo campo da arqueologia.
Foram várias conquistas e revelações da área nos últimos meses, incluindo objetos, estátuas e até uma cidade inteira.
Essas novidades foram fruto tanto de novas tecnologias empregadas em pesquisas, incluindo sensores e inteligência artificial, quanto achados puramente acidentais. A seguir, confira algumas das principais descobertas arqueológicas do ano.
Ocomtún vista do alto pelos sensores. (Fonte: INAH/Reprodução)
Essa talvez seja a descoberta mais impressionante do ano, já que se trata de uma cidade perdida até então desconhecida de especialistas.
A cidade maia de Ocomtún (“coluna de pedra”, no idioma local) foi encontrada na floresta de Balamkú, no México, e foi provavelmente habitada até o ano de 250.
Ela tem 48,5 hectares — quase 70 campos de futebol — e é composta por várias praças e templos. A descoberta só foi possível graças ao uso de um sensor LiDAR, um laser usado normalmente para posicionamento geográfico.
(Fonte: Israel Antiquities Authority/Reprodução)
Em setembro, pesquisadores da Autoridade de Antiguidades de Israel anunciaram a descoberta de quatro espadas da era do Império Romano.
Os itens têm um estado de preservação ótimo para a idade: elas passaram quase 1.900 anos em uma caverna no deserto da Judéia, a leste de Jerusalém.
As espadas são feitas com lâminas de ferro e cabo com elementos de couro e madeira. Usadas em especial pela cavalaria para conter rebeliões na região, elas provavelmente foram roubadas ou coletadas de inimigos abatidos. Testes em andamento devem revelar mais detalhes sobre os materiais.
Algumas das ferramentas das oficinas. (Fonte: AhramOnline/Reprodução)O Ministério de Turismo e Antiguidades do Egito confirmou em maio de 2023 a descoberta de duas oficinas de mumificação bem preservadas. Elas ficam em Saqqara e, até agora, são as maiores e mais completas já encontradas por arqueólogos. Uma delas data de 2.400 a.C.
Os vários cômodos eram usados para embalsamentos, um para cada processo e com camas de pedra para acomodar as futuras múmias. Vasilhas e ferramentas usadas nos rituais também foram encontradas, assim como estatuetas. Além disso, um dos locais se destacou por aparentemente usado para fazer o processo em animais considerados sagrados, não em humanos.
O fragmento do livro. (Fonte: University of Graz/Reprodução)Um papiro egípcio estudado por cientistas da Universidade de Graz pode ser um fragmento de um dos livros mais antigos já encontrados. O “livro mumificado”, chamado assim ter sido usado para embalsamar uma múmia, era provavelmente parte de um volume organizado em cadernos.
Datado do século III a.C., ele foi encontrado em 1902 junto do cadáver preservado, mas ainda não havia sido identificado. Ele pode ser séculos mais antigo que as obras tidas como as mais antigas da humanidade até agora, mesmo sem indícios do paradeiro do resto do material.
Parte do templo nabateu. (Fonte: Ministero Della Cultura/Reprodução)Um templo perdido no fundo do mar foi revelado em Nápoles, na Itália. O local fica nas ruínas da antiga cidade de Puteoli, hoje submersa na baía, e foi inicialmente descoberto durante um mergulho de arqueólogos em 2021.
Pelas inscrições em latim, o templo foi erguido há 2 mil anos para cultuar deuses dos nabateus, um povo ancestral dos árabes responsável pela cidade de Petra.
Não há evidências de outras construções dessa civilização na região e o comportamento delas não coincide com a construção de um altar tão distante.
As marcações em La Roche-Cotard. (Fonte: Jean-Claude Marquet/Reprodução) Um grupo de cientistas liderados por Jean-Claude Marquet anunciou em um artigo científico publicado em junho de 2023 uma descoberta sobre os neandertais. A equipe encontrou em uma caverna na atual França as prováveis gravuras em relevo mais antigas feitas por essa espécie.
As marcações nas paredes de La Roche-Cotard foram analisadas com técnicas de modelagem 3D e confirmadas como intencionais, ou seja, um “trabalho artístico” proposital.
O significado dos relevos ainda não foi definido

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