O novo documento adota o CPF como número único de identificação, reduzindo inconsistências cadastrais e tornando a identificação mais padronizada em todo o território nacional.
Apesar da novidade, quem ainda possui o RG antigo não precisa correr para fazer a troca, já que a substituição ocorrerá de forma gradual.
A iniciativa do Governo Federal busca modernizar os cadastros públicos, facilitar o acesso a serviços e aumentar a segurança na identificação dos cidadãos. Por isso, é importante entender quem já pode solicitar a nova identidade, quais documentos são exigidos e até quando o RG atual continuará sendo aceito.
Quem pode emitir a nova Carteira de Identidade Nacional?

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Todos os brasileiros com CPF regular podem solicitar a emissão da Carteira de Identidade Nacional. A regra também vale para crianças e adolescentes, desde que possuam inscrição válida no Cadastro de Pessoas Físicas.
Caso o menor ainda não tenha CPF, o responsável poderá providenciar a emissão antes ou durante o processo, conforme os procedimentos adotados pelos órgãos estaduais de identificação credenciados.
A primeira via impressa da CIN é gratuita, enquanto a versão digital passa a ficar disponível após a emissão do documento físico.
O RG antigo continua válido?

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Sim. O antigo RG permanece válido durante o período de transição estabelecido pelo Governo Federal e poderá ser utilizado até 2032, conforme previsto na legislação.
Isso significa que a troca não precisa ser feita imediatamente, permitindo que os cidadãos atualizem o documento de forma organizada e sem sobrecarregar os postos de atendimento.
Qual é a validade da nova identidade?
O prazo de validade da Carteira de Identidade Nacional varia conforme a idade do titular:
- Até 12 anos incompletos: validade de cinco anos;
- Entre 12 e 60 anos incompletos: validade de dez anos;
- Acima de 60 anos: validade por tempo indeterminado.
Essa diferenciação busca manter os dados biométricos e a fotografia sempre atualizados.
Quando vale a pena solicitar a CIN?
Embora o RG antigo ainda seja aceito, a emissão da nova identidade pode ser recomendada em situações como perda, roubo, deterioração do documento ou atualização de informações cadastrais.
Para solicitar a Carteira de Identidade Nacional, o interessado deve procurar o órgão de identificação de seu estado, realizar o agendamento quando necessário e verificar previamente se o CPF está regular.
A recomendação é utilizar apenas os canais oficiais, evitando intermediários e cobranças indevidas por um serviço cuja primeira emissão em papel é gratuita.
Deu em Capitalist/Renato Soares

