Tribunal Arbitral mantém Assembleia convocada no Botafogo por John Textor, que diz: ‘Desafio os acionistas a saírem das sombras e deixarem intenções claras’ - Fatorrrh - Ricardo Rosado de Holanda
FatorRRHFatorRRH — por Ricardo Rosado

Futebol 15/04/2026 08:50

Tribunal Arbitral mantém Assembleia convocada no Botafogo por John Textor, que diz: ‘Desafio os acionistas a saírem das sombras e deixarem intenções claras’

Tribunal Arbitral mantém Assembleia convocada no Botafogo por John Textor, que diz: ‘Desafio os acionistas a saírem das sombras e deixarem intenções claras’
Tribunal Arbitral da FGV, que pode definir os rumos do futuro do Botafogo, manteve e não trouxe obstáculo à realização da Assembleia Geral Extraordinária convocada por John Textor para a próxima segunda-feira (20/4).Na pauta, estão o aporte de US$ 25 milhões proposto pelo empresário norte-americano e a entrada de novos recursos na SAF.

Textor planeja o investimento por meio de emissão de novas ações, o que tem sido contestado pelo clube social.

A Arbitragem solicitou apenas a presença da Eagle Bidco na reunião, representada pela Cork Gully LLP, administrador nomeado pela Justiça inglesa, o que já estava previsto anteriormente.

John Textor comentou a decisão do Tribunal Arbitral em declaração enviada ao FogãoNET.

– Convoquei esta reunião com o objetivo de desafiar nossos acionistas a saírem das sombras e deixarem claras as suas intenções. Vocês vão apoiar a entrada de capital saudável no clube ou continuarão a agir nos bastidores em busca de controle? Este é um desafio a um grupo minoritário influente e bastante ativo dentro do clube social, e também um desafio à Ares, que atua por meio da Eagle Bidco para proteger o Lyon. Eu aplaudo a decisão da arbitragem, que nos permite levar essas questões a voto… às claras – afirmou Textor.

A Arbitragem determinou ainda que eventuais reuniões do conselho de administração sejam convocadas previamente por escrito, com pauta definida, além de comunicação formal ao próprio Tribunal.

O entendimento dos acionistas é que essa exigência não limita os poderes do Conselho de Administração da SAF, funcionando apenas como um mecanismo adicional de transparência e acompanhamento do processo arbitral.

Além disso, a decisão não impôs qualquer restrição à atuação dos diretores executivos da SAF, preservando a capacidade de gestão cotidiana e a continuidade administrativa do clube.

Fonte: Redação FogãoNET

Ricardo Rosado de Holanda
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