Sem categoria 04/04/2017 09:27
Rogério Marinho fala sobre modernização das leis do trabalho
O auditório do Senai em Mossoró ficou pequeno para tantos interessados em acompanhar palestra do deputado federal Rogério Marinho sobre o projeto de modernização das leis trabalhistas, do qual é relator na Câmara. O evento, realizado nesta segunda-feira (03), reuniu diretores e membros das mais importantes entidades representativas da classe produtiva do Rio Grande do Norte.

O auditório do Senai em Mossoró ficou pequeno para tantos interessados em acompanhar palestra do deputado federal Rogério Marinho sobre o projeto de modernização das leis trabalhistas, do qual é relator na Câmara.
O evento, realizado nesta segunda-feira (03), reuniu diretores e membros das mais importantes entidades representativas da classe produtiva do Rio Grande do Norte.
Rogério Marinho fez uma defesa enfática das mudanças na legislação trabalhista e lamentou as resistências por parte de alguns setores.
“Quem resiste, certamente quer que continue como está a situação do país”, disse o deputado. O parlamentar lembrou que país tem hoje mais de 13 milhões de desempregados, 10 milhões de subempregados e mais de 40 milhões que estão em idade laboral e que sequer estão procurando emprego por estarem em desalento, nem estudam e nem trabalham. “Se algumas pessoas estão satisfeitas com essa situação eu não estou”, disse.
Para o deputado potiguar, esse é o momento em que o Brasil tem a oportunidade de virar a página e de recomeçar.
“Treze anos de governo do PT deixou uma herança, um legado muito ruim. Não existe parâmetro, não existe paralelo, na história do Brasil, em 116 anos, desde 1901, quando começou a se auferir o Produto Interno Bruto, um período tão prolongado, tão agudo de crise econômica” disse.
Para o país sair dessa situação, enfatizou o deputado, é necessário se ter foco, coragem.
“Porque não são medidas populistas, são medidas importantes de reestruturação, mas que precisam acontecer para que nós possamos gerar emprego, para que o país volte a crescer e volte a dar oportunidade aqueles que querem empreender e trabalhar”.
Ele explicou que toda mudança traz algum desconforto. “O Brasil tem 17 mil sindicatos. Na Alemanha são oito.
Na Argentina menos de cem.
Os Estados Unidos poucos mais de 200. No Reino Unidos, 168. Aqui são 17 mil, alguma coisa está errada, essas pessoas certamente têm dificuldades em achar que as coisas podem mudar, mas vão mudar para o Brasil voltar a crescer”.
Realizado pelo Sistema FIERN, o evento contou com discurso do presidente da Federação, Amaro Sales, e uma apresentação da Gerente Executiva de Relações do Trabalho da Confederação Nacional da Indústria, Silvia Lorena.
Após a participação de cada um, os presentes puderam tirar dúvidas e pedir esclarecimentos ao deputado e a gerente da CNI, com mediação do presidente da Federação das Indústrias.
Estiveram presentes os presidentes da Fecomércio, Marcelo Queiróz, da Faern, José Vieira, da Fetronor, Eudo Laranjeiras, e o diretor do Sebrae, Eduardo Viana, entre outras lideranças de classe e integrantes da FIERN, CDL, ACIM, sindicatos, bem como Diretores da Federação das Indústrias, presidentes de sindicatos filiados, e dezenas de empresários de todos os

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