Vacina 21/09/2025 13:06
Pressão antivacina cresce e EUA deixam de recomendar imunização contra Covid


Outra consequência desta decisão recai sobre os planos de saúde que, até então, eram obrigados por lei a pagar pelas vacinas consideradas obrigatórias pelo CDC. O comitê votou para que, pelo menos, uma receita médica fosse o suficiente para que os cidadãos tivessem acesso à vacina, mas a discussão foi indeferida.
Outras votações também chamaram a atenção: a aprovação do uso da vacina tetraviral em bebês. Isto é: uma única dose (vacina), seria o bastante para proteger o corpo de quatro doenças ao mesmo tempo, sendo elas sarampo, caxumba, rubéola e catapora.
Esse pleito, no entanto, também caiu por terra: ficou decidido que ao invés da dose única, os bebês precisarão de doses separadas (ou seja, quatro picadas) para a imunização contra cada doença. Segundo os especialistas, essa separação de doses pode dificultar a adesão a campanhas de vacinação.

Apesar das decisões tomadas por Robert Kennedy Junior, ainda é necessário que o diretor interino do CDC assine os documentos para oficializar seu vigor.
Kennedy Jr. já é um velho conhecido da mídia por defender políticas antivacinas (aqui, ele fala que “vacinas causam autismo“, cientificamente comprovado como uma desinformação, como é possível ver aqui).
Em junho deste ano, ele demitiu todos os médicos que constituíam o grupo, o que era essencial para compartilhar o parecer científico sobre temas como doenças, tratamentos, fiscalizações e imunização.
No lugar destes profissionais da saúde, foram admitidos nomes que também possuem ligação com o pensamento antivacina e que, constantemente, criticam ou levantam dúvidas quanto a eficácia dos imunizantes.
Deu em Olhar Digital

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