Imigrantes 28/07/2026 15:26
Suíça está pagando até R$400 mil para brasileiros se mudarem para lá

A cidade de Albinen, na Suíça, enfrenta um problema que vem se repetindo em várias regiões da Europa: a população jovem está indo embora, as escolas estão esvaziando, e a região corre o risco de simplesmente desaparecer do mapa.

A solução encontrada pelas autoridades locais foi radical. Em vez de esperar que alguém chegasse, a cidade decidiu pagar por isso.
Quem se muda para Albinen e se compromete a viver na cidade por no mínimo dez anos pode receber cerca de 296 mil reais. E se a família tiver filhos, cada criança rende um bônus de aproximadamente 45 mil reais.
A maioria dos requisitos são simples: como assumir o compromisso de permanência por pelo menos 10 anos e se submeter a uma prova em inglês para obtenção de vistos.
Ou seja, uma família com dois filhos pode receber quase 400 mil reais apenas para morar em uma cidade cercada pelos Alpes suíços.
O caso de Albinen ganhou repercussão internacional, mas está longe de ser exceção.
Na Itália, a cidade de Presicce, na região da Puglia, oferece cerca de 160 mil reais (27 mil Euros) para quem comprar um imóvel por lá. E o detalhe é que os imóveis na região custam, em média, a partir de 110 mil reais (19 mil Euros).
Na prática, a cidade pode chegar a pagar mais do que o valor de uma casa.

Já na Espanha, o vilarejo de Ponga oferece cerca de 16 mil reais por mês (2.500 Euros) para casais que se comprometam a viver lá por pelo menos cinco anos.

O motivo por trás de todos esses programas é o mesmo: o envelhecimento acelerado da população europeia e o esvaziamento das cidades pequenas, que perdem seus jovens para os grandes centros e para outros países.
Em resumo, a Europa está com casas vazias, escolas vazias, e dinheiro disponível para quem quiser ocupá-las.
Agora, se essas oportunidades são tão vantajosas, por que tão poucos brasileiros conseguem aproveitá-las?
Bom, não é segredo para ninguém que a maior barreira do brasileiro nesses casos não é dinheiro, nem coragem, nem documentação.
É o idioma.
Porque não adianta o programa existir se a pessoa não consegue preencher um formulário, entender um contrato, passar por uma entrevista ou simplesmente pedir uma informação na rua.
E aqui vale um esclarecimento importante: você não precisa necessariamente aprender alemão, italiano ou espanhol para circular pela Europa.
Na prática, quem fala inglês já tem em mãos praticamente tudo o que precisa, porque o inglês é a língua franca global. É com ele que se resolve documentação, se consegue emprego, se estuda e se vive o dia a dia na maioria desses países.
O problema é que o brasileiro médio passa anos em cursinho e continua travando na hora de falar.
Diante disso, nós aqui da redação decidimos procurar alguma instituição que oferecesse um caminho mais rápido para quem precisa se comunicar em inglês com urgência, e não em cinco ou seis anos.
E depois de pesquisar entre as principais instituições do país, encontramos um grupo de linguistas com uma proposta que, no mínimo, chama atenção.
A tese defendida por eles é simples: você não precisa passar anos em cursinho decorando regras de gramática.
Na verdade, segundo eles, tudo o que você precisa para falar inglês e se comunicar em qualquer lugar do mundo já está dentro de você. É basicamente usar o que você já sabe do português como base para aprender o inglês.
A metodologia, até então aplicada em pequenas aulas presenciais, começou a ganhar escala recentemente com sua digitalização – e os primeiros relatos de alunos surpreenderam.
Luzimari conta que tentou aprender inglês por anos e nunca tinha conseguido manter o ritmo, até conhecer a metodologia…

Sem dúvidas, até nós da redação ficamos curiosos quando descobrimos tal método. Fomos atrás desse grupo de linguistas brasileiros para entender qual era o grande segredo. E nossa conclusão, é que a simplicidade é o que torna isso tão incrível.
Essa similaridade do português com inglês não é coincidência. Acontece que as línguas ocidentais tiveram origem de um único vocabulário, o proto-indo-europeu.
Então, o inglês e o português são quase “línguas primas” e tem mais coisas em comum do que podemos imaginar. E isso facilita muito, porque se o português é tão parecido com inglês e você já fala português, já é “meio caminho andado”.
Os criadores batizaram o método com o nome de “Transferência Linguística”, fazendo você transferir o que já sabe para a nova língua. Nivaldo Ramos, aluno da escola que popularizou este método no Brasil, brinca: “Esse método de aprendizado de línguas é como disputar uma maratona dirigindo um carro. Não tem como competir”.
Por ser um método tão revolucionário, que poucas pessoas têm acesso, os criadores cobravam extremamente caro para ensiná-lo e apenas artistas e influenciadores tinham acesso a essa metodologia.
Porém, nossa redação encontrou um vídeo vazado que já acumula mais de 3 milhões de visualizações que explica exatamente essa metodologia para aprender inglês com base no português.
Nos próximos minutos, você terá uma experiência diferente de tudo que já viu, sendo incentivado a usar mais seu português e ver o inglês sair da sua boca de forma natural, sem esforço. As palavras vão apenas começar a sair e quando você notar, estará falando inglês.
O importante é que você aproveite a chance de aprender essa metodologia com a aula gratuita liberada e começar a usar o inglês quando precisar.
Para que o aprendizado se torne mais leve e didático, a atriz global Bia Arantes foi chamada para apresentar essa primeira aula. Na aula que você terá acesso, poderá descobrir em detalhes como esse método funciona e como a própria Bia o utilizou para melhorar seu inglês rapidamente.
Deu em Primeira Notícia

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