Violência 13/09/2025 14:10
Nikolas Ferreira denuncia universidades como centros de degeneração social

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) fez duras críticas às universidades brasileiras, após a disseminação de publicações nas redes sociais com ameaças de morte direcionadas a ele e a outros nomes ligados à direita política.
Para Nikolas, tais conteúdos representam clara incitação à violência política, especialmente dentro do meio universitário.
Na sexta-feira, 12, por meio de sua conta no Twitter/X, o parlamentar destacou uma imagem que expõe o teor das ameaças.
O post foi feito por Mato Gateau, estudante da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), que escreveu: “Tá rapazeada, agora quem vai matar o Tarcísio e o Nikolas?”. A publicação se refere ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e ao próprio deputado mineiro.
Nikolas reagiu com veemência ao episódio, vinculando a publicação a um processo mais amplo de deterioração do ambiente acadêmico no país. Em suas palavras:
“Repito: as universidades brasileiras têm formado pessoas que desejam, concordam ou incentivam matar pessoas inocentes por desavença política. Tudo isso embrulhado num pacote colorido chamado ‘tolerância’, ‘amor’ e ‘democracia’”.
Para o deputado, há uma flagrante contradição entre o discurso e a prática dentro das instituições de ensino superior. Ele argumentou:
“Isso não é só hipocrisia — é o triunfo da mentira descarada. É a engenharia social que transforma assassinos potenciais em ‘defensores da paz’ e canalhas em ‘intelectuais críticos’. A universidade brasileira, em vez de ser um templo do saber, virou um laboratório de degeneração moral”.
Nikolas ainda destacou que quem denuncia tais condutas é frequentemente alvo de ataques e rotulado de forma pejorativa:
“E o mais grave: quem denuncia isso é tratado como louco, extremista ou herege”.
A postagem do deputado provocou ampla repercussão nas redes sociais e no meio político, com campanhas surgindo para denunciar a esquerda como ‘assassina’.
Diversos parlamentares próximos a Nikolas e Tarcísio saíram em defesa dos dois, reforçando a necessidade de uma apuração rigorosa sobre incitação ao ódio nas universidades. Até o início da noite de sexta-feira, a PUC-Rio não havia emitido nenhum posicionamento oficial sobre o caso.As informações são da Revista Oeste.
Deu em Contra Fatos

Descrição Jornalista
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