Veja outros destaques do relatório (7)
O público permanece cauteloso quanto ao uso da IA na produção de notícias, especialmente para conteúdo sobre temas como política e noticiário
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Credibilidade nas notícias está menor do que antes da pandemia (6)
A confiança no noticiário manteve-se estável ao longo do último ano no mundo, com taxa de 40%, mas ainda está quatro pontos abaixo do índice atingido durante a pandemia do coronavírus, de acordo com o relatório.
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O que forma a credibilidade? (5)
A pesquisa aprofundou pela primeira vez este ano o entendimento dos fatores que proporcionam credibilidade nas notícias, e identificou quatro: padrões elevados, abordagem transparente, falta de preconceitos e representação justa.
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Fadiga de notícias: um problema global (4)
Este ano esse índice alcançou seu recorde, segundo o Instituto Reuters: 39% dos entrevistados dizem que o fazem frequentemente ou às vezes, um aumento de três pontos em relação ao ano passado.
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Celular, principal meio de acesso a notícias (3)
No Brasil, 82% dos entrevistados disseram se informar pelo celular, e 51% pelo computador, bem à frente dos tablets, com apenas 30%, como mostra o gráfico do relatório.
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Em retaliação contra a UE, Rússia bloqueia 81 meios de comunicação europeus no país
Os meios russos que haviam sido bloqueados na UE em maio – Voz da Europa, RIA Novosti, Izvesta e Rossiyskaya Gazeta – foram acusados pelo Conselho Europeu de estarem sob controle direto ou indireto do governo, “difundindo e apoiando a propaganda russa e a agressão contra a Ucrânia“.
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Desinformação e credibilidade nas notícias (2)
A preocupação com o que é real e o que é falso na Internet quando se trata de notícias online aumentou 3 pontos percentuais no último ano, com cerca de seis em cada dez (59%) entrevisados afirmando estarem preocupados.
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Brasil é o país da América Latina onde o público mais confia nas notícias, diz relatório de Oxford (1)
índice do Brasil (43%) é maior do que a média global (40%) e superior ou equivalente ao de nações como Alemanha, Suíça, Bélgica, Japão e Reino Unido.
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Hillary, Michelle ou Kamala? Quem poderia substituir Biden em chapa?
Após atuação desastrosa em debate, mídia dos EUA passou a ventilar possíveis nomes para substituir Biden como candidato na eleição
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Exportações do RN crescem 85% entre janeiro e maio de 2024, aponta FIERN
Os números integram o levantamento do Comércio exterior do RN, elaborado pelo Centro Internacional de Negócios (CIN) e Observatório da Indústria Mais RN da FIERN e divulgado periodicamente sobre o desempenho das exportações potiguares.
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