Curiosidades 23/10/2025 08:26
Homem simula a sua morte para descobrir quantas pessoas iriam ao enterro

Um homem de 74 anos encenou a sua morte para descobrir quantas pessoas compareceriam ao seu enterro.
Mohan Lal, militar reformado da Força Aérea Indiana, orquestrou o que ele chamou de um elaborado experimento social, fingindo ter morrido na vila de Konchi (Gaya, Índia).
Jazendo imóvel em um caixão sob uma mortalha, seu corpo foi transportado para um crematório – tudo para testemunhar o nível de atenção que ele receberia. Tudo seguia o roteiro natural, com orações, cânticos religiosos e procissão.
Seu plano deu certo, pois centenas de parentes e amigos – acreditando que o homem de 74 anos havia partido deste mundo – foram à vila para prestar suas últimas homenagens. No entanto, assim que o cortejo fúnebre se aproximava do crematório, o indiano se levantou e revelou à multidão atônita que estava bem vivo.
“Após a morte, as pessoas carregam o esquife um suporte para carregar um caixão, mas eu queria testemunhar pessoalmente e ver quanto respeito e carinho as pessoas me demonstrariam”, explicou o idoso, de acordo com o “Daily Mirror”. O caso viralizou nesta semana na Índia.
Após a “ressurreição”, os enlutados queimaram uma efígie antes de um banquete comunitário ser organizado para toda a vila. Mohan já havia doado um crematório para a vila, permitindo que os moradores continuassem os ritos fúnebres hindus.
Mohan é viúvo há 14 anos e tem três filhos, de acordo com a NDTV.
Em junho de 2023, o TikToker belga David Baerten simulou sua morte para testar o afeto da família. Sua filha anunciou o fato nas redes sociais, e amigos e parentes compareceram a um funeral encenado perto de Liège (Bélgica). Baerten então desceu de helicóptero no local, surpreendendo a todos. A pegadinha, compartilhada no TikTok, gerou debate sobre o seu impacto emocional.
Em janeiro do mesmo ano, o diretor funerário Baltazar Lemos, de 60 anos, também fingiu a sua morte e organizou um funeral. Ele publicou uma foto em frente ao Hospital Albert Einstein, em São Paulo, e afirmou:
“No início desta triste tarde, o comendador Baltazar Lemos nos deixou”. Pouco depois, uma nova postagem convidava familiares e amigos a uma “cerimônia de despedida”, a ser realizada no dia seguinte, em Curitiba.
O velório chamava a atenção por não ter caixão; só havia um arranjo de flores. Em um certo momento, foi puxada a cortina do altar, e de trás dela surgiu o cerimonialista, vivo.
Ao todo, 128 pessoas compareceram no funeral de mentira.
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Descrição Jornalista
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