Mulheres 09/10/2022 07:47
Globo é condenada a pagar indenização milionária a apresentadora
A decisão estabelecida em primeiro grau se manteve na 2ª instância

Carina Pereira, ex-apresentadora do Globo Esporte de Minas Gerais, ganhou em 2ª instância a ação movida contra a Globo por assédio, sexismo e acúmulo de funções. A decisão da condenação em primeiro grau saiu em junho deste ano, mas a emissora recorreu.
A 9ª Turma do Tribunal do Trabalho de Minas Gerais, respeitou a primeira sentença e Carina deverá ser ressarcida com R$ 1,5 milhão.
O processo não cabe mais recursos, porque os desembargadores Rodrigo Ribeiro Bueno, Weber Leite de Magalhães Pinto Filho e Maria Stela Álvares da Silva Campos, concluíram que Carina de fato sofria abusos na empresa e nenhuma atitude — por parte da Globo — foi tomada em defesa da ex-apresentadora.
“Assim, sendo incontroverso, repita-se, que a reclamante fez denúncias sobre os assédios morais sofridos no ambiente de trabalho, e, ainda, com base na prova oral colhida neste feito, conclui-se que a reclamada não tomou qualquer providência efetiva para apurar e solucionar os conflitos existentes no ambiente de trabalho e que prejudicaram a reclamante, trazendo-lhe dor íntima, sentimento de desvalia e desmotivação profissional”, diz parte da decisão.
Carina Pereira, ex-apresentadora do Globo Esporte de Minas Gerais, ganhou em 2ª instância a ação movida contra a Globo por assédio, sexismo e acúmulo de funções. A decisão da condenação em primeiro grau saiu em junho deste ano, mas a emissora recorreu.
A 9ª Turma do Tribunal do Trabalho de Minas Gerais, respeitou a primeira sentença e Carina deverá ser ressarcida com R$ 1,5 milhão.
O processo não cabe mais recursos, porque os desembargadores Rodrigo Ribeiro Bueno, Weber Leite de Magalhães Pinto Filho e Maria Stela Álvares da Silva Campos, concluíram que Carina de fato sofria abusos na empresa e nenhuma atitude — por parte da Globo — foi tomada em defesa da ex-apresentadora.
“Assim, sendo incontroverso, repita-se, que a reclamante fez denúncias sobre os assédios morais sofridos no ambiente de trabalho, e, ainda, com base na prova oral colhida neste feito, conclui-se que a reclamada não tomou qualquer providência efetiva para apurar e solucionar os conflitos existentes no ambiente de trabalho e que prejudicaram a reclamante, trazendo-lhe dor íntima, sentimento de desvalia e desmotivação profissional”, diz parte da decisão.
Após quase sete anos no canal, ela foi demitida no final de 2019. Carina resolveu se pronunciar sobre o caso no começo do ano passado. Em seu perfil do Instagram, ela disse que sofreu por não ser do meio esportivo e principalmente por ser mulher.
Deu em IG

Descrição Jornalista
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