Eleições 26/10/2022 17:32
Campanha de Bolsonaro vai contratar auditoria para atestar denúncia sobre inserções em rádios
Relatório afirma que Lula teve 154.085 inserções a mais do que o presidente em veículos das regiões Norte e Nordeste do país
A equipe jurídica do presidente Jair Bolsonaro (PL) informou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que está em tratativa para a contratação de uma terceira auditoria para atestar as alegações de que o candidato à reeleição teve menos inserções do que seu adversário, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em rádios das regiões Norte e Nordeste.
“Não bastasse, por extremo apego à fidedignidade das informações preliminares submetidas ao elevado crivo da Presidência, no momento do peticionamento administrativo, informa-se que estão em andamento tratativas negociais concernentes à contratação de uma terceira auditoria técnica especializada, para a cabal confirmação dos dados originários, já apresentados à Corte”, diz.
A informação está contida no relatório enviado pela equipe ao TSE na tarde da última terça-feira (25). A campanha argumenta que Lula teve 154.085 inserções de rádio a mais do que o candidato do PL, entre os dias 7 e 21 de outubro — o número representaria 18,24% a menos.
Cada inserção que não foi divulgada tem 30 segundos de duração.
Segundo a campanha de Bolsonaro, os materiais que deixaram de ser veiculados correspondem a 1.283 horas de conteúdos não exibidos. De acordo com a equipe do chefe do Executivo, o Nordeste foi a região com o maior percentual de inserções não divulgadas: 29.160.
O relatório contém uma planilha que mostra, inicialmente, oito exemplos das supostas ilegalidades. A maior diferença, apontam os dados, se deu em uma rádio do Recife (PE).
Durante o período, foram veiculadas 101 inserções de Bolsonaro e 273 do ex-presidente — uma diferença de 172 inserções.
O servidor contou que recebeu um email da rádio JM Online em que a rádio admitiu que, entre os dias 7 e 10 de outubro, havia deixado de repassar em sua programação cem inserções da Coligação Pelo Bem do Brasil, da campanha de Bolsonaro.
O caso foi relatado à chefe de gabinete do secretário-geral da presidência do TSE, Ludmila Boldo Maluf. Em seguida, cerca de 30 minutos depois, Alexandre diz ter sido comunicado de que estava sendo exonerado, “porém não lhe foi informada a motivação da exoneração”.
Procurado pela reportagem, o TSE não informou se a demissão do servidor está ligada à denúncia apresentada pela campanha de Bolsonaro. O espaço está aberto para manifestação.
Deu em R7

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