Sem categoria 24/03/2017 06:09
"Dilma e Lula sabiam dos pagamentos pelo Caixa 2", diz Marcelo Odebrecht
Ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Marcelo Odebrecht, ex-presidente da Odebrecht, disse que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-ministro da Casa Civil Antônio Palocci e o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega eram os responsáveis por arrecadar dinheiro à campanha de Dilma Rousseff à Presidência em 2010 e na campanha à reeleição em 2014.
Ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Marcelo Odebrecht, ex-presidente da Odebrecht, disse que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-ministro da Casa Civil Antônio Palocci e o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega eram os responsáveis por arrecadar dinheiro à campanha de Dilma Rousseff à Presidência em 2010 e na campanha à reeleição em 2014.
De acordo com o empreiteiro, a ex-presidente sabia de doações via caixa dois. Marcelo falou ao tribunal na ação que pode levar à cassação da chapa de Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (PMDB) nas eleições de 2014.
O relator da ação no TSE, ministro Herman Benjamin, encaminhou aos demais ministros da Corte um relatório parcial do processo, que está em sigilo e foi revelado na tarde desta quinta-feira (23) pelo site O Antagonista. Em uma parte dos documentos apresentados pela Odebrecht à Procuradoria-Geral da República, uma planilha atualizada até 31 de março de 2014 registra uma doação para o Instituto Lula, em ano eleitoral, no valor de R$ 4 milhões.
Disponibilizado pelo ex-diretor do Departamento de Operações Estruturadas Hilberto Mascarenhas, em uma das planilhas aparece escrito: “Doação Instituto 2014!”. O setor de Mascarenhas era conhecido como setor de propinas da empreiteira Odebrecht. Nos documentos apresentados pela empreiteira, Lula é tratado por “Amigo”.
Uma conta corrente mantida pela empreiteira era vinculada ao PT e, por meio dela, eram realizados, também, pagamentos ao marqueteiro João Santana. Marcelo Odebrecht disse que, no governo Lula, Palocci movimentava e depois, entre o governo Lula e Dilma, Guido Mantega passou a cuidar. Conforme seu depoimento, o principal objetivo da conta era atender às necessidades da Presidência da República durante os dois governos.
Na planilha, pelo menos três codinomes estavam vinculados à conta: “Itália”, Antonio Palocci; “Amigo”, ex-presidente Lula; e “Pós Itália”, Guido Mantega.
Sobre os valores, os dados apresentados sobre o saldo seria R$ 71 milhões em 22 de outubro de 2013 e R$ 66 milhões em 31 de março de 2014.
Deu no Congresso em Foco

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