Simonetti reforçou a capacidade da entidade para conduzir esse tipo de análise. “Da mesma forma que o Supremo, que os ministros, o Ministério Público, a Polícia Federal são capazes, através de seus agentes, de fazer toda essa investigação, nós também temos capacidade intelectual, através dos nossos conselheiros federais, presidentes de seccionais e juristas que já se propuseram a fazer parte dessa comissão, para fazer uma análise profunda de toda essa documentação”, disse Simonetti.
Seccionais pressionam a entidade por medidas contra Moraes
A decisão de Simonetti acontece em meio a uma crescente pressão vinda de diversas seccionais da OAB pelo país. Unidades como as de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná estão entre as que lideram o movimento exigindo que a instituição adote providências em relação ao ministro.
Processo ético-disciplinar contra escritório da esposa de Moraes
Na terça-feira, véspera da criação da comissão, a OAB do Distrito Federal deu mais um passo significativo ao abrir um processo ético-disciplinar contra o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro. O escritório é responsável por um contrato avaliado em R$ 129 milhões, fato que está no centro das apurações em curso.

