Não por acaso, a arma mais mortal do Botafogo lembra muito a do Real Madrid nos tempos de Carlo Ancelotti: um contra-ataque fulminante, construído com precisão cirúrgica.
É como se o jovem Davide, filho do atual técnico da Seleção Brasileira, tivesse herdado mais do que o sobrenome.
E, diferentemente de muitos filhos de treinadores que permanecem como auxiliares — casos conhecidos no futebol brasileiro — Davide resolveu arriscar um voo solo.
Por enquanto, está mostrando que tem potencial para ir muito além da sombra do pai.
A chance dada pelo Botafogo pode estar revelando ao futebol mundial um novo nome promissor no comando técnico.
A vitória contra o Bragantino foi só mais uma prova de que o trabalho de Davide Ancelotti começa a ganhar corpo e identidade própria.
Deu em Jornal de Brasília


