Saúde 11/01/2021 05:17
Um ano após 1ª morte na China, origem do vírus continua uma incógnita
É o enigma científico mais urgente do mundo, mas os especialistas alertam que uma resposta plausível para a origem do coronavírus pode nunca ser encontrada, após meses de investigações marcadas pela desorganização, sigilo da China e ressentimentos.

É o enigma científico mais urgente do mundo, mas os especialistas alertam que uma resposta plausível para a origem do coronavírus pode nunca ser encontrada, após meses de investigações marcadas pela desorganização, sigilo da China e ressentimentos.
Sábado marcou um ano desde a primeira morte confirmada por coronavírus na China, a de um homem de 61 anos que costumava frequentar o agora tristemente famoso mercado de peixes de Wuhan.
Quase dois milhões de mortes depois, a pandemia está fora de controle em todo o mundo e causou dezenas de milhões de doentes, o colapso da economia mundial e levou a uma infinidade de disputas e acusações entre os países.
A China, que controlou amplamente a pandemia em seu solo, continua a impedir as tentativas independentes de averiguar as origens do vírus e de responder à questão central de como ele foi transmitido dos animais para os humanos.
Há pouca dúvida de que o vírus apareceu em dezembro de 2019 em um mercado de peixes na cidade de Wuhan, no centro da China, onde animais silvestres eram vendidos para consumo, e acredita-se que o patógeno tenha aparecido em uma espécie não identificada de morcego.
Mas as investigações terminam aí, conforme tropeçam em uma miscelânea de pistas que sugerem que o vírus pode ter se originado anteriormente, fora de Wuhan, ou de teorias da conspiração – incentivadas pelo presidente americano Donald Trump – que apontam que o coronavírus teria sido criado em um laboratório de Wuhan.
Estabelecer a origem é vital para impedir futuros surtos, dizem os virologistas.
Essa pista pode definir o tom para as decisões políticas sobre se devemos sacrificar populações animais, colocar em quarentena pessoas afetadas ou limitar a caça de animais selvagens ou o contato humano-animal.
“Se pudermos identificar por que [os vírus] continuam surgindo, poderemos reduzir as causas subjacentes” que os causam, afirma Peter Daszak, presidente da EcoHealth Alliance, uma ONG focada na prevenção de doenças infecciosas.
Deu no UOL

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