Tiquinho Soares foi o primeiro a falar com a imprensa no treino aberto deste sábado (30/10), no CT Lonier.
O centroavante do Botafogo admitiu que os jogadores têm se cobrado bastante para mudar a situação no Campeonato Brasileiro.
– O clima está sendo de cobrança. Acho que a gente está se cobrando bastante, a gente sabe o que está devendo no campeonato. É uma situação que eu particularmente nunca vivi aqui no Botafogo. Desde quando cheguei, em 2022, a gente sempre esteve na parte de cima da tabela. Então, basta nós jogadores nos unirmos cada vez mais para que a gente possa retomar essa confiança, retomar as vitórias que é o mais importante e tirar o Botafogo dessa situação. Acho que a cobrança sempre vai existir porque a gente está carregando no peito um escudo gigantesco. Ontem teve cobrança, hoje vai ter cobrança, amanhã vai ter e assim por diante – disse Tiquinho.
Outra pergunta foi sobre um suposto bicho recorde que haveria em caso de vitória sobre o Remo. O Botafogo acabou perdendo o jogo em Belém.
– Como tem se falado sobre bicho, eu acho que o Botafogo nem jogador nenhum precisam de dinheiro para poder ganhar jogos porque aqui, como eu falei, a gente tem um escudo no peito que a gente carrega. Aqui todo mundo é pago para jogar pelo Botafogo e para desempenhar o melhor futebol. É claro que a nossa situação deu uma apertadinha, como eu falei, nunca passei por essa situação. Mas, sobre o bicho, desde o início da temporada é passada uma quantia para todos os jogadores, se é campeão, se é para os jogos. Todos os clubes do Brasil e do mundo têm essa metodologia de prêmio – citou Tiquinho.
– A gente está tentando, a gente está se cobrando. Estamos falando todos os dias, tentando passar para algumas pessoas, para alguns jogadores também, o que é ser Botafogo, o quão grande é esse clube. A gente está tentando passar isso para as pessoas que estão aqui há mais tempo. Então é como eu falei, a gente está mais focado em ganhar jogos e esquecer o que vem de fora. Tenho certeza que o que vem de fora não vai ajudar o Botafogo não – concluiu.

