Sem categoria 01/08/2017 09:07
Luta agora é aberta entre Janot e a PF
Cresce o consenso de que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, fez uso político do cargo e extrapolou suas atribuições ao firmar sozinho um acordo de delação com criminosos contumazes sem a participação da Polícia Federal e dos integrantes da força-tarefa da Operação Lava Jato.
Cresce o consenso de que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, fez uso político do cargo e extrapolou suas atribuições ao firmar sozinho um acordo de delação com criminosos contumazes sem a participação da Polícia Federal e dos integrantes da força-tarefa da Operação Lava Jato.
A certeza de que Janot agiu de forma açodada tendo em vista uma vingança pessoal contra o governo quando firmou o controverso acordo que contrariou interesses de toda uma nação levou inclusive a Polícia Federal a desligar a força-tarefa da Lava Jato, com vistas a preservar a maior investigação do Brasil.
A Polícia Federal começou a desmontar uma série de acordos firmados por Janot com as mesmas conotações políticas observadas no acordo de delação premiadíssima que concedeu imunidade total aos irmãos Batista.
Criminosos com potencial de comprometer os governos do PT de Lula e Dilma, como o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, pouparam seus cúmplices em esquemas criminosos em suas delações e tentaram comprometer rivais do PT sem provas.
Além de Sérgio Machado e Joesley Batista, a Polícia Federal confirma que Janot firmou outros acordos com as mesmas características e já solicitou acesso ao sistema de pagamento de propinas da Odebrecht.
A denúncia frágil apresentada por Janot abre um grave precedente na história da República e o uso da PGR como instrumento político para criar um Estado policialesco representa uma ameaça para futuros chefes do executivo e para a Democracia como um todo.
Apresentar denúncias desprovidas de provas consistentes e irrefutáveis não é uma conduta aceitável nem mesmo em delegacias do interior.
Este tipo de conduta rasteira representa uma ameaça não apenas contra a Instituição da Presidência, ao Estado de Direito, como também a estabilidade política e a economia do país.
Segundo o deputado Bilac Pinto, do PR de Minas Gerais, “a aceitação do afastamento do Presidente Michel Temer baseada em denúncias frágeis no aspecto de provas será um enorme retrocesso, que poderá ter impactos extremamente negativos em nossa economia, tendo em vista que já alcançamos objetivos importantes como a diminuição da taxa de juros e desemprego, além do aumento do número de exportações.”
O parlamentar sustenta que as provas apresentadas pela PGR contra o presidente não são “lícitas” nem “concretas”.
“Precisamos de um chefe de Estado compromissado com as importantes reformas que já estão em trâmite no Parlamento, projetos que visam corrigir os inúmeros erros cometidos ao longo da gestão daqueles que hoje são oposição.”
Boa parte dos protagonistas deste triste episódio possui ligações comprometedoras com o PT, com a JBS e têm receio das investigações sob o comando da Polícia Federal.
Deu no Imprensa Viva

Descrição Jornalista
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