Governo do Estado 06/10/2022 05:24
Governo do RN e Neoenergia renovam parceria para produção de hidrogênio verde
Continuação do trabalho permitirá avaliar oportunidades de desenvolvimento de projetos e realização da planta piloto para implantação de uma usina com matrizes de energia limpa e renováveis no RN
O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, através da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec) e o Grupo Neoenergia renovaram parceria para dar segmento aos estudos e viabilidades técnicas para a produção de hidrogênio verde no Estado. Isso foi possível por meio da assinatura do aditivo de prazo do Memorando de Entendimento que ocorreu no dia 22 de setembro.
Participaram do ato de assinatura do Memorando de Entendimento Silvio Torquato, secretário da Sedec, Karine Severo, da área de relações institucionais da Neoenergia, Hugo Fonseca, coordenador de Desenvolvimento Energético do Estado e Mário Gonzalez, representando a UFRN.
Esse documento também visa criar programas de estímulo à produção, fabricação e consumo de hidrogênio verde pelo estado.
“O nosso Estado é o maior produtor de energia eólica onshore, em terra, do Brasil, com 6,7 Gigawatts (GW). E temos potencial offshore para produzir 140 GW, o equivalente a 10 usinas hidrelétricas de Itaipu, só para termos uma ideia, que é a segunda maior usina hidrelétrica do mundo. Daí buscarmos entendimentos e parcerias com grupos como o Neoenergia, por sabermos da importância da instalação do novo Porto-indústria Verde, que irá atender o setor Eólico offshore e a produção, armazenamento e exportação de hidrogênio verde e amônia verde. Situação que nos fará pioneiros no segmento”, comentou o secretário Silvio Torquato.
Com o Memorando de Entendimento é possível viabilizar os estudos para o fortalecimento da cadeia produtiva de matrizes energéticas renováveis.
De acordo com o coordenador de Desenvolvimento Energético da Sedec, Hugo Fonseca, essa iniciativa irá viabilizar a abertura de novos mercados, tornando o Rio Grande do Norte um dos estados mais competitivos para investimentos no hidrogênio verde e Power-to-X.
“Essa parceria possibilitará que o conhecimento adquirido no desenvolvimento da tecnologia e melhoramentos de processos para a produção do hidrogênio verde fiquem no estado, além de permitir a abertura de novos mercados com a produção futura em escala comercial”, ressaltou ele, acrescentando que, além disso, o Governo do Estado irá colaborar com equipe técnica no suporte ao desenvolvimento dos projetos, cessão de terreno caso seja necessário, além de criação de programas de estímulo à produção, consumo e exportação da fonte de energia.
Investimentos no Setor
O Governo do Estado criou um ambiente favorável aos negócios, com segurança jurídica e celeridade em diversos setores, com destaque para a licenciamento ambiental, que ao longo do período de 2019 para cá, por meio da Central de Serviços Online do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (IDEMA) já emitiu mais de 10 mil licenças ambientais para empreendimentos que estão iniciando ou ampliando investimentos no estado.
Ano passado, o Governo do Estado conseguiu assegurar novos investimentos na geração de energia renovável, em especial eólica e solar.
A prospecção é que até 2026 os recursos investidos possam gerar 33 mil empregos durante a implantação e mais de 3 mil na operação. Além das matrizes solar e eólica, o Rio Grande do Norte tem avançado na diversificação da matriz energética, buscando inserir novas fontes renováveis como a biomassa e gás natural, tornando o estado referência no Brasil e no mundo na geração de energia limpa e dentro do protocolo internacional para emitir menos carbono.
No campo das matrizes energéticas fósseis, o Rio Grande do Norte tem demonstrado esforços para não perder investimentos e retomou a exploração dos campos de petróleo, voltando a ser líder na extração em terra no Brasil.
Desde que as empresas independentes chegaram na Bacia Potiguar, em dezembro de 2019, elas já investiram R$ 1,5 bilhão na recuperação dos poços. A produção cresceu 179,5% entre dezembro de 2019 e março de 2022.
Passou de 7.305 boe/d para 20.424 boe/d, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Fonte: Assessoria

Descrição Jornalista
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