12/04/2019 09:24
Em 100 dias os Governos estaduais parcelam salários e param obras
O servidor gaúcho recebeu neste mês o salário que deveria ter sido pago em março, o 40º atraso seguido do estado. Os alunos goianos estão com professores da rede estadual em greve. Para os potiguares, novas obras estaduais só ocorrerão se a verba vier do Banco Mundial.
O servidor gaúcho recebeu neste mês o salário que deveria ter sido pago em março, o 40º atraso seguido do estado. Os alunos goianos estão com professores da rede estadual em greve. Para os potiguares, novas obras estaduais só ocorrerão se a verba vier do Banco Mundial.
Cem dias após a posse, governadores de estados em grave crise fiscal e em calamidade financeira ainda parcelam salários, renegociam com fornecedores, tentam cortar custos básicos, como energia e telefone, e buscam apoio para vender estatais.
Com déficit estimado em R$ 7 bilhões para 2019, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), ainda parcela salários -desta vez, ao contrário do antecessor José Ivo Sartori (MDB), o servidor recebe um calendário no fim do mês com as datas dos depósitos do mês seguinte.
Leite pagará 15 folhas de salário para 12 meses de exercício fiscal, porque Sartori não terminou de pagar os salários de dezembro e o 13º de 2018.
No total, a nova gestão herdou R$ 15 bilhões em dívidas, com a União e fornecedores.
A saúde é uma das áreas que mais sofrem, com atraso para hospitais e medicamentos.
No primeiro dia de governo, Leite fez uma série de decretos para economizar cerca de R$ 530 milhões, suspendendo concursos e renegociando contratos. O estado também tenta vender 78 imóveis para arrecadar R$ 22,7 milhões.
Sem privatizar o Banrisul, o estado tenta aderir ao Regime de Recuperação Fiscal -programa federal de socorro aos estados.
O governador oferece à União três companhias: de energia elétrica, de gás e de mineração. Porém, quer privatizar sem consultar a população em plebiscito, como determina a lei. Leite pretende excluir a obrigatoriedade com ajuda da Assembleia.
Para aumentar a arrecadação por meio da emissão da Nota Fiscal Gaúcha, o governo lançou um aplicativo para o consumidor controlar variação de preços.
Em Porto Alegre, o preço de meio quilo de lentilha pode variar de R$ 2,99 a R$ 11,50, uma diferença de 285%. O app já soma 84,3 mil pesquisas.
No Rio Grande do Norte, para tentar reverter um passivo de R$ 2,6 bilhões, incluindo uma dívida de R$ 950 milhões com o funcionalismo público e de R$ 1,3 bilhão com fornecedores, um plano emergencial está em curso.
Deu no Jornal do Brasil

Descrição Jornalista
02/08/2026 09:40 323 visualizações
A psicologia explica por que algumas pessoas simplesmente não conseguem pedir desculpas
02/08/2026 06:18 276 visualizações
01/08/2026 20:00 270 visualizações
02/08/2026 04:33 255 visualizações
Cientista mostra que rejuvenesceu 15 anos após tirar 3 alimentos do cardápio: veja quais
03/08/2026 11:33 244 visualizações
Ministro anuncia máquinas em todos os trechos da duplicação da BR-304 até dezembro no RN
03/08/2026 12:46 197 visualizações
Lula chega à sétima disputa ao Planalto com versão 3.0 do ‘nós contra eles’
02/08/2026 07:49 188 visualizações
Traição não acontece do nada: a psicologia explica os 6 sinais mais comuns em homens infiéis
09/08/2026 19:04 178 visualizações
Atenção: os psicólogos recomendam que você se distancie desses 5 tipos de pessoas
02/08/2026 13:31 175 visualizações
Prefeitura retira mais de 61 mil toneladas de resíduos da drenagem de Natal
02/08/2026 10:30 172 visualizações