Internet 12/07/2021 09:12
Conheça 6 tipos de golpes do Pix e saiba como se proteger
A ferramenta já superou transações bancárias que eram habitualmente usadas pelos brasileiros, como o TED e o DOC

Levantamento feito pelo escritório especializado em crimes de natureza financeira Morais Advogados expôs os seis tipos de golpes mais frequentes utilizando a ferramenta bancária Pix.
O compilado teve como base os processos judiciais de natureza financeira.
Especialista alertam que, justamente pela facilidade atribuída a operações por Pix, é necessário redobrar a atenção para golpes e fraudes.
Falsos funcionários
Nesta modalidade de fraude, a vítima recebe uma ligação, de uma pessoa se passando por um funcionário de um banco ou empresa financeira. A pessoa oferece ajuda para cadastrar a chave Pix, ou alega necessidade de realizar algum teste, induzindo que a vítima realize transferências monetárias.
Falso sequestro
A pessoa entra em contato com a vítima, afirmando que sequestrou alguém da família e fala que tem um valor a ser pago. O golpista aproveita o desespero da pessoa, e até imita a voz de um familiar, levando a pessoa a fazer a transferência, que nessa situação, se concretiza com o Pix, já que é uma ferramenta instantânea.
Golpe do “bug”
Esse golpe se aproveita da má-fé da pessoa, pois espalha em redes sociais (por vídeos ou mensagens de WhatsApp, por exemplo) que o Pix está com alguma falha em seu funcionamento (um “bug”) e é possível ganhar o dobro do valor que foi transferido para chaves aleatórias. Contudo, ao tentar tirar proveito disso, o mal-intencionado vira vítima ao enviar dinheiro para golpistas.
Phishing
Os ataques de “phishing” são muito comuns e usam mensagem que aparentam ser reais para que o indivíduo forneça informações confidenciais, como senhas e números de cartões.
Clonagem de WhatsApp
Os golpistas elaboram uma mensagem no WhatsApp informando falsamente que são de empresas com as quais as vítimas têm relacionamentos ou cadastros ativos. A partir disso, é solicitado o código de segurança, enviado por SMS pelo aplicativo, afirmando se tratar de atualização, manutenção ou confirmação de cadastro.
De posse desse código, o criminoso consegue clonar a conta de WhatsApp em outro celular. A partir daí, o fraudador envia uma série de mensagens para os contatos da pessoa, fazendo-se passar por ela, para pedir dinheiro emprestado por transferência via Pix.

Descrição Jornalista
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