Eleições 26/05/2024 11:08
“A Câmara foi atacada, a minha pessoa foi atacada”, diz Lawrence sobre rompimento político com Allyson
Pré-candidato a prefeito de Mossoró pelo PSDB, Lawrence Amorim destaca falta de diálogo com o prefeito Allyson Bezerra e busca união da oposição para as eleições de 2024

“Todos sabem sobre as dificuldades institucionais que ocorreram entre Câmara Municipal e Prefeitura e que não foi possível superá-las via diálogo. A Câmara Municipal foi atacada, a minha pessoa foi atacada, colegas vereadores também”, afirmou o presidente da Câmara de Mossoró e pré-candidato a prefeito, vereador Lawrence Amorim (PSDB), ao comentar o rompimento com o prefeito Allyson Bezerra (União Brasil) e sua pré-candidatura.
Ele reforçou que sua candidatura não é uma imposição, mas um esforço para contribuir com o debate sobre um novo projeto para Mossoró e uma evolução natural do projeto do PSDB para as eleições municipais.
“Vamos conversar com todos os pré-candidatos da oposição e tentar uma convergência. Se não for possível reunir todos no mesmo projeto, vamos lutar para ter o máximo possível de partidos juntos”, afirmou, ao Jornal De Fato.
Sobre a possibilidade de formar uma frente ampla de oposição, Lawrence acredita ser viável.
“Se não acreditasse, não estaria buscando o diálogo com todos. Se houver a união de todos os agentes de oposição será muito bom, mas essa união deve ser construída a partir de ideias, de plano de governo, e não apenas para formação de um palanque eleitoral”, declarou.
Lawrence também abordou a possibilidade de diálogo com partidos de diferentes espectros políticos, como PL e PT.
“Possível, é. Se isso ocorrer, não seria uma novidade. Em outras cidades existem essa abertura em nome de uma discussão local”, explicou.
Quando questionado sobre a influência da polarização política nacional nas eleições municipais, Lawrence destacou que o foco deve ser em Mossoró.
“Entendemos que Mossoró tem que estar em primeiro lugar, ser a prioridade absoluta. Por isso, tenho dito que a nossa pré-candidatura é de Mossoró, pela cidade de Mossoró”, enfatizou.
Ele criticou a falta de diálogo e parceria com Allyson.
“Quando um gestor se nega, por questão pessoal, de firmar parceria político-administrativa com órgãos a nível estadual e nacional, isso é muito ruim para o cidadão que precisa das políticas públicas. Ter posição política, ter seu partido, ter seu voto declarado, acredito que é algo que deve acontecer dentro do processo democrático, mas, passada a disputa eleitoral, o político tem que descer do palanque e administrar a cidade”.
O rompimento político, segundo Lawrence, tornou-se inevitável após ataques e redução de repasses do duodécimo à Câmara.
“A gente acreditava que era possível preservar a parceria, mesmo com as atitudes do prefeito de nos atingir de forma política e institucional. Mas chegou um momento que a situação tornou-se insuportável”, concluiu.
Deu em AgoraRN

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