FatorRRHFatorRRH — por Ricardo Rosado
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Saúde 05/01/2021 08:56

Isolamento não cai na virada, mas viagens e festas devem gerar novo pico

Apesar das praias cheias, os índices de isolamento divulgado pelo governo do estado de Paulo não apresentou queda na capital ou no litoral durante o feriado de final de ano.

Isolamento não cai na virada, mas viagens e festas devem gerar novo pico

Apesar das praias cheias, os índices de isolamento divulgado pelo governo do estado de São Paulo não apresentou queda na capital ou no litoral durante o feriado de final de ano.

Contudo, mesmo sem alteração nesses índices, viagens e festas de Réveillon deverão aumentar ainda mais os números de casos e óbitos por covid-19 pelo país, avaliam especialistas.

De acordo com o governo paulista, o estado teve uma taxa de isolamento de 49% no último sábado (2), uma das mais altas considerando o último mês, de dezembro.

Cidades litorâneas como Santos e São Sebastião seguiram a mesma lógica.

Mas isso não quer dizer que as aglomerações foram inofensivas.

Segundo médicos, deslocamentos e reuniões fazem com que o vírus circule cada vez mais por novos ciclos — e, quanto maior a festa, maior o potencial de dano.

Com 62% de ocupação dos leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) voltados para covid-19, o estado de São Paulo se prepara para um pico de contaminações e internações nos próximos 15 dias.

Assim, Estado e Prefeitura já esquematizam realocações de leitos para conseguir suprir a demanda que deve aumentar consideravelmente a partir do dia 20 de janeiro.

“Esses feriados são caseiros. Mesmo que muita gente viaje, é uma minoria. Ainda assim, essa minoria pode fazer um grande estrago porque ela se aglomera em uma festa ou na praia e depois volta à sua cidade.

O potencial de levar e/ou trazer o vírus é grande e é isso que aumenta a transmissão”, explica o nefrologista José Osmar Medina.

Deu em UOL

Ricardo Rosado de Holanda
Ricardo Rosado de Holanda


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