Brasil 17/06/2020 05:46
28,6 milhões de brasileiros tem dificuldade para emprego por causa da pandemia, diz IBGE
A pandemia do coronavírus trouxe fortes reflexos para o mercado de trabalho brasileiro no mês de maio.

A pandemia do coronavírus trouxe fortes reflexos para o mercado de trabalho brasileiro no mês de maio.
Cerca de 17,7 milhões de pessoas não procuraram emprego na última semana do mês passado por receio de contrair a covid-19 ou por falta de vagas ―o que também pode estar ligado à crise sanitária, que já deixou mais de 45.000 mortos no país.
Outras 10,9 milhões estavam desempregadas e, mesmo procurando, não conseguiram uma ocupação. Com isso, o país alcançou a marca de 28,6 milhões de pessoas que queriam um emprego, mas enfrentaram dificuldades para conseguir uma colocação no mercado.
Os dados são os primeiros resultados da PNAD Covid-19 divulgada nesta terça-feira, 16, pelo IBGE.
O levantamento é uma versão da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) realizada com apoio do Ministério da Saúde, para identificar os impactos da pandemia no mercado de trabalho e quantificar as pessoas com sintomas associados à síndrome gripal.
A pesquisa estima que, em maio, 84,4 milhões de pessoas estavam ocupadas no país, embora 169,9 milhões estivessem em idade para trabalhar, o que significa que menos da metade (49,5%) da população economicamente ativa tinha uma ocupação no mês passado.
Embora a publicação desta terça-feira não possa ser comparada com outras metodologias, a Pnad Contínua, publicada em maio, já tinha revelado uma queda recorde de 5,2% no trimestre encerrado em abril da população ocupada, que encolheu de 94,1 milhões de pessoas para um total de 89,2 milhões de empregados em 3 meses.
O levantamento da Pnad Covid-19 mostrou ainda que 17,2% do total de empregados no país estavam afastados na última semana de maio devido ao isolamento social ou férias coletivas.
Este percentual representa um contingente de 14,6 milhões de pessoas. No início do mês passado, esse número era ainda maior.
Na primeira semana de maio, eram 16,6 milhões nesta condição, o que representava 19,8% do total de pessoas ocupadas no país. Ao longo do mês, o número de afastamentos reduziu cerca de 2 milhões —um sinal provável da abertura comercial em várias cidades do país.
Maria Lúcia Vieira, gerente da pesquisa, afirmou que este afastamento não se refere a licença médica por conta do coronavírus: são trabalhadores que deixaram de trabalhar, seja porque tiveram o contrato suspenso ou porque o estabelecimento onde trabalha ficou fechado.
Deu em El País

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