Judiciário 15/08/2018 09:28
"As mãos embriagadas (de Janot) induziram o STF a erros", diz Ministro
Um dos principais desafetos do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, Gilmar Mendes voltou a atacar sua gestão e disse que “mãos embriagadas” dele induziram ao erro o Supremo, como na prisão do banqueiro Andre Esteves no suposto episódio de compra do silêncio do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, no qual acabou inocentado.
Um dos principais desafetos do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, Gilmar Mendes voltou a atacar sua gestão e disse que “mãos embriagadas” dele induziram ao erro o Supremo, como na prisão do banqueiro Andre Esteves no suposto episódio de compra do silêncio do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, no qual acabou inocentado.
“É fundamental que se proíba essas divagações que fazem. Nós mesmos aqui que somos ultracautelosos já cometemos erros, fomos induzidos. O caso André Esteves… Essas colaborações premiadas em que éramos conduzidos pelas mãos bêbadas de Janot. Eu já disse ao ministro Fachin: Vossa Excelência deve ter deferido pedidos feitos pelo Janot embriagado. Obviamente lidávamos com um inimputável. Mas é preciso que nós chamemos o feito à ordem!”, afirmando dizendo que o ex-chefe do MP vilipendiou o tribunal e fez a inversão da institucionalidade.
Janot afirmou que responderá ao ministro Gilmar “no foro próprio”.
Gilmar voltou a criticar o acordo de delação premiada da JBS.
“Aquele acordo seria garantido por cláusula de eternidade. Dois meses depois aquilo tudo se evaporou de maneira constrangedora”.
“Nós que temos uma cautela redobrada temos cometidos erros graves a partir da má conduta de agentes públicos. Vamos fazer um balanço disso”, disse.
A fala ocorreu durante discussão de liminar concedida pelo ministro Dias Toffoli no Habeas Corpus (HC) 151788 para revogar a prisão preventiva do auditor fiscal do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) Juarez José de Santana, investigado no âmbito da operação Carne Fraca.
O relator determinou que o juízo de origem fixasse medidas cautelares alternativas à prisão.
A Operação Carne Fraca apurou o envolvimento de fiscais do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) em um esquema criminoso para liberação de licenças, fiscalização irregular de frigoríficos e também adulteração de carne vencida.
A Turma confirmou a soltura de Santana.
Deu em JOTA

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