Demais candidatos no cenário de primeiro turno
Atrás dos dois líderes, o escritor Augusto Cury (Avante) e Renan Santos (Missão) aparecem empatados com 6% cada. Ronaldo Caiado (PSD) soma 2%, e Romeu Zema (Novo) registra 1%. Outros nomes testados acumulam 1%. Brancos e nulos chegam a 3%, percentual idêntico ao dos eleitores indecisos.
Perfil do eleitorado revela forças distintas
A análise por segmentos demográficos evidencia bases eleitorais bem definidas para cada líder. Lula consolida ampla vantagem entre o eleitorado feminino, onde alcança 46% das intenções de voto. Entre os brasileiros que recebem até dois salários mínimos, o petista atinge 52%.
Flávio Bolsonaro, por outro lado, exibe desempenho robusto entre eleitores evangélicos, segmento em que marca 49% contra 31% de Lula. No recorte de renda superior a cinco salários mínimos, o candidato do PL lidera com 50%, enquanto o presidente registra 24%. A região Sul também favorece o senador, que soma 49% frente a 27% do atual chefe do Executivo.
Segundo turno aponta equilíbrio entre os favoritos
Se a eleição fosse hoje e os dois líderes se enfrentassem diretamente, o resultado seria de empate técnico absoluto: Flávio Bolsonaro aparece com 45% e Lula com 44%. Essa tendência de estabilidade vem se repetindo na série histórica do instituto.
O petista também empata tecnicamente com Ronaldo Caiado, em cenário de 44% a 44%, e com Augusto Cury, em que a diferença é de apenas um ponto — 44% contra 43%.
Lula só demonstra vantagem numérica além da margem de erro em dois confrontos simulados. Contra Romeu Zema, o presidente marca 45% ante 39% do adversário. Já diante de Renan Santos, Lula registra 44% contra 38%, com 10% declarando voto branco ou nulo.
Rejeição elevada marca os dois líderes
A polarização da corrida presidencial se traduz em índices de rejeição muito próximos. Lula é rejeitado por 50% dos entrevistados, ao passo que 49% afirmam que não votariam em Flávio Bolsonaro. Entre os demais, Renan Santos acumula 42% de rejeição, Ronaldo Caiado chega a 38%, e Romeu Zema soma 35%.
Avaliação do governo federal
A pesquisa Real Time Big Data também mensurou a percepção do eleitorado sobre o desempenho de Lula à frente do Palácio do Planalto. A maioria dos entrevistados — 52% — desaprova a gestão federal. Por outro lado, 45% dizem aprovar o trabalho do Executivo, enquanto 3% preferiram não opinar.
Quando avaliado em escala qualitativa, o governo recebe classificação ruim ou péssima de 45% dos eleitores. A nota ótima ou boa é atribuída por 32%.
Perguntas frequentes
Quem lidera a pesquisa Real Time Big Data para presidente?
O levantamento mostra Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 41% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro (PL) com 37% em um cenário de primeiro turno.
Lula e Flávio Bolsonaro estão empatados na pesquisa?
Sim. Como a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, a diferença entre Lula e Flávio Bolsonaro está dentro do limite da margem, configurando empate técnico.
Quais outros candidatos aparecem no cenário de primeiro turno?
O escritor Augusto Cury (Avante) e Renan Santos (Missão) aparecem com 6% cada. Ronaldo Caiado (PSD) registra 2%, Romeu Zema (Novo) tem 1%, enquanto outros candidatos somam 1%.
Como está o cenário de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro?
Em uma simulação de segundo turno, Flávio Bolsonaro aparece com 45% das intenções de voto e Lula com 44%. A diferença está dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, indicando empate técnico.
Qual é a rejeição de Lula e Flávio Bolsonaro na pesquisa?
Na rejeição múltipla, Lula aparece com 50%, enquanto Flávio Bolsonaro tem 49% dos eleitores que afirmam que não votariam nele.
Como foi feita a pesquisa Real Time Big Data?
A pesquisa ouviu 2.000 eleitores entre 19 e 23 de setembro de 2026, por meio de ligações telefônicas e disparos de mensagens virtuais. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o protocolo BR-04202/2026.
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