O empresário norte-americano criticou o clube social e afirmou que vai à Justiça para aprovar um investimento inicial de US$ 25 milhões, seguido por um de US$ 50 milhões, totalizando US$ 75 milhões.
Leia abaixo o comunicado de Textor:
“A gestão financeira e esportiva bem-sucedida do nosso negócio SAF está bem documentada nossos relatórios anuais publicados de 2022 a 2025. As pessoas não devem esquecer a dura interrupção dos meus controles de gestão em julho de 2025, quando Ares, Michele Kang e Eagle Bidco recorreram aos tribunais para bloquear capital.
Clubes de futebol dependem de investimentos para operar, crescer e cumprir suas obrigações. Quando uma empresa é impedida de captar capital, as consequências financeiras são inevitáveis.
Nossos documentos societários não permitiam a emissão de ações para captação de capital próprio, razão pela qual foram propostas resoluções em julho de 2025 para corrigir essa limitação.
Eu escolhi conceder o controle ao Clube Social, que prometeu defender nosso clube e minha liderança contra Ares e Kang, e pressionei o Clube Social a cumprir sua palavra e aprovar medidas para que o investimento de capital pudesse fluir para o clube.
Essas medidas foram inicialmente bloqueadas pela Eagle BIDCO. Tivemos um breve período de cooperação do Clube Social, mas isso durou apenas algumas semanas antes que o presidente do Clube Social aproveitasse as disputas internas da Eagle BIDCO para desenvolver seu próprio plano de recuperar o controle do clube.
Quando certos membros da liderança do Clube Social começaram a se opor publicamente ao projeto da SAF, ficou claro que havia um movimento para recuperar o controle do clube às custas do plano de financiamento e crescimento que havia sido estabelecido.
Agora está bem estabelecido que a restrita liderança do Clube Social bloquearia o capital introduzido por mim em diversas ocasiões, incluindo uma decisão desastrosa de recorrer à Justiça na última semana de janeiro para bloquear uma grande combinação de investimentos.
Se não fossem as ações do Clube Social, naquele dia e em muitos outros dias, a SAF Botafogo teria iniciado sua temporada com quase 65 milhões de dólares em caixa, o maior saldo de caixa de sua história como clube de futebol.
Para reiterar, se não fosse a obstrução do Clube Social, que votou pela falência do clube na casa do presidente na noite de quarta-feira, 28 de janeiro, a SAF Botafogo teria entrado em fevereiro com um saldo de caixa de 65 milhões de dólares e nunca teria enfrentado outro transfer ban, nem teria entrado em recuperação judicial.
Continuarei abordando essa questão porque ela é fundamental para compreender a situação financeira da SAF. Existem documentos corporativos, de governança e judiciais que demonstram claramente o que ocorreu durante esse período.
Daqui para frente, o tribunal decidiu que eu seja imediatamente reintegrado à liderança. No meu primeiro dia de volta, estou me comunicando com todos os membros da equipe de gestão e com nossa equipe jurídica para definir o caminho a seguir.
Hoje, pedirei aos advogados da SAF que auxiliem imediatamente na documentação de um investimento de 25 milhões de dólares, a ser aprovado pelo tribunal, para que os recursos possam entrar rapidamente no clube. Esse investimento será seguido por um aporte adicional de 50 milhões de dólares proveniente de uma grande organização europeia do futebol.
Também entrarei em contato com o Clube Social para garantir que cessem todas as obstruções, pois acabei de tomar conhecimento de que eles estão entrando em contato com minhas fontes de capital e pedindo que não financiem a SAF Botafogo.
O tempo da obstrução do Clube Social acabou, e a maioria dos associados do Clube Social deve se levantar contra sua liderança e permitir que nosso clube de futebol siga em frente.”
Fonte: Redação FogãoNET e canal Arena Alvinegra

