Curiosidades 16/01/2026 16:53
A bodega mais antiga do Brasil ainda funcionando, aberta há quase 200 anos em Minas, sem reforma, cheia de relíquias, dinheiro pregado no teto, sinos, pinga de 64 anos e um dono de 85 anos lúcido resistente

A venda mais antiga do Brasil segue aberta em Gaspar Lopes, perto de Alfenas, em Minas Gerais, com 192 anos declarados e estrutura intacta desde a inauguração, sem reforma ao longo do tempo.
No interior, há relíquias, estoque escuro, objetos antigos, sinos e dinheiro pregado no teto.
O lugar é tocado por Zé Alvino, que diz ter 85 anos e estar há 64 anos dentro do estabelecimento, mantendo o funcionamento no mesmo endereço. Entre histórias, vendas e reclamações de barulho na antiga área da estação ferroviária, ele afirma ter pinga guardada há 64 anos e relata planos de vender por falta de recursos.

A venda mais antiga do Brasil aparece em uma rua simples de Gaspar Lopes, próximo de Alfenas, em Minas Gerais, com cenário de praça, casarões e rotina de interior.
O ponto é apresentado como um comércio antigo que virou referência pela ausência de reforma e pela preservação do ambiente: prateleiras, objetos empilhados, itens de estoque em cômodos escuros e uma sensação de casa que virou armazém.
Zé Alvino descreve o imóvel como um casarão de 19 cômodos, que já funcionou como pensão, e hoje é ocupado por mercadorias.
Ele reforça que a venda mais antiga do Brasil permaneceu como foi feita, com desgaste do tempo, mas sem alterações estruturais.
A permanência é parte central do que atrai curiosos para a venda mais antiga do Brasil.

Zé Alvino afirma que vai fazer 85 anos em novembro e que está no local há 64 anos, desde que se mudou para Gaspar Lopes.
Ele conta que veio de Campos Gerais com cerca de 20 anos, casou, criou a vida ali e permaneceu trabalhando no mesmo espaço.
Diz também que quatro filhos nasceram dentro de um dos quartos do casarão, usado na época como ambiente doméstico.
Ao falar da rotina, o proprietário insiste que conhece cada item do estoque, mesmo com a organização que parece caótica para visitantes.
A venda mais antiga do Brasil é descrita como um lugar onde ele localiza rapidamente itens improváveis, mesmo em meio a pilhas de mercadorias e ferramentas.
Uma das imagens mais fortes da venda mais antiga do Brasil é o dinheiro pregado no teto.
Zé Alvino explica que a prática começou depois de ver algo semelhante em São Paulo, em um bar de madeira onde o dinheiro pregado era destinado a ações sociais.
Ele adaptou a ideia e passou a pregar notas e moedas usando taxinha e prego, lançando a cédula dobrada para grudar no alto.
Ele relata que juntava valores e direcionava para apoio a um hospital ligado ao tratamento de câncer em Alfenas, guardando recibos e citando arrecadações anuais.
A repetição do gesto virou ritual: o visitante vê o teto marcado por notas, pregos e pequenos objetos, e entende que, na venda mais antiga do Brasil, o dinheiro não está ali apenas como enfeite.
É símbolo, memória e método de juntar doações.
Ao mesmo tempo, ele diz que parou de pregar com tanta frequência, mencionando preocupação com pessoas tentando pegar o dinheiro.
Ainda assim, o teto segue como vitrine involuntária da venda mais antiga do Brasil.
Entre as curiosidades mais citadas está a venda de sinos.
Zé Alvino afirma ter comprado vários, menciona que sino é coisa de igreja, mas garante que já vendeu unidades para destinos distantes e diz que um sino pequeno teria sido comprado por Silvio Santos, com uso em programa aos domingos.
No espaço, o sino aparece como mercadoria improvável, e reforça o clima de armazém antigo.
No balcão e nas paredes, aparecem frases e regras do cotidiano, como o aviso de que fiado só amanhã, repetido como crítica ao cliente que promete pagar depois e nunca paga.
Essa linguagem é apresentada como parte da cultura que se mantém viva na venda mais antiga do Brasil, com humor seco e regras diretas.
Além disso, há objetos antigos no ambiente, como ferro de passar a carvão, lamparina, itens de cozinha, papéis de embrulho, baleiro, utensílios e peças que o dono afirma não encontrar mais facilmente hoje.
A venda mais antiga do Brasil funciona como comércio, mas também como coleção involuntária de uma época em que quase tudo era reaproveitado.
Zé Alvino afirma manter pinga guardada há 64 anos.
Ele mostra uma garrafa antiga e menciona detalhes do produto, citando que é de rolha e associando a bebida a alguém que ele diz conhecer, com idade acima de 90 anos.
Em um momento, ele declara um valor para uma garrafa, afirmando que venderia por R$ 100.
A citação da pinga reforça o retrato da venda mais antiga do Brasil como um lugar onde o tempo virou estoque.
Não é só bebida, é peça guardada por décadas, mencionada como raridade capaz de atrair curiosos e compradores.
O entorno do imóvel é ligado a uma história de ferrovia.
Zé Alvino aponta que ali funcionava uma estação de trem, fala de fotos antigas com trem, jardineiras na porta e movimento de passageiros.
Ele demonstra irritação ao comentar que a estação teria sido vendida e substituída por uma atividade que “mexe com vidro”, gerando barulho constante.
A queixa aparece como ponto sensível: ele diz que ninguém dorme, critica autoridades e insiste que o sossego foi perdido.
Essa tensão convive com o cotidiano comercial. Clientes entram perguntando por itens como mortadela, cigarros soltos e outros produtos.
A venda mais antiga do Brasil segue ativa enquanto o proprietário alterna memória, reclamação e atendimento.
Zé Alvino afirma que quer vender a venda mais antiga do Brasil porque não tem dinheiro para reformar.
Ele repete que a casa nunca passou por reforma e que, sem recursos e sem apoio de familiares para mexer, pretende negociar.
Ele distingue o que seria dos filhos e o que seria dele, dizendo que o dinheiro da casa não seria dele e que o estoque seria a parte que ele considera sua.
Ele menciona também que é aposentado e diz receber mais de R$ 5.000 por mês, mas mesmo assim sustenta que o dinheiro não dá para reformar.
Ao falar de futuro, ele cita voltar para Campos Gerais, onde nasceu, e chega a mencionar que o prefeito de lá seria amigo e teria “arrumado serviço”, usando humor ao se definir como “procurador de latinha”.
No final, aparece uma condição que muda o rumo: ele diz que, se alguém ajudar a reformar, ele não vende e ficaria no lugar.
A venda mais antiga do Brasil, portanto, fica entre dois destinos: continuar como está, resistindo com o desgaste do tempo, ou ser negociada por falta de condições de reforma.
Você compraria, reformaria e manteria a venda mais antiga do Brasil aberta como comércio real, do jeito que ela é, ou acha que isso deveria virar apenas memória?
Deu em CPG

Descrição Jornalista
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