Tecnologia 17/06/2024 10:12
Recriação de pessoas falecidas com IA gera polêmica nos EUA
Empresas têm recriado imagens de celebridades já falecidas em comerciais.

O grande progresso da tecnologia na última década trouxe recursos inimagináveis para a nossa sociedade.
Uma das maneiras pelas quais essa evolução tecnológica se manifestou é no campo das inteligências artificiais (IA) e dos chatbots, que estão cada vez mais presentes em nosso cotidiano.
No entanto, uma questão que tem gerado debates e dividido opiniões é a possibilidade de conversar com um ente querido falecido através desses avatares digitais.
Nos Estados Unidos, o uso de aplicativos como o StoryFile e o HereAfter AI tem possibilitado esse tipo de interação, gerando questões éticas e morais.
Enquanto alguns acreditam que essa tecnologia pode proporcionar momentos de conforto e lembranças com pessoas que já se foram, outros veem como algo perturbador e mórbido.
O StoryFile e o HereAfter AI funcionam a partir de entrevistas concedidas pelos clientes ainda vivos, que depois são utilizadas para criar um avatar que pode interagir com os usuários dos aplicativos.
Esses avatares conseguem reproduzir a voz e a imagem real das pessoas, criando respostas próprias e emocionais.
No entanto, a questão ética surge quando se trata de recriar digitalmente figuras públicas que já faleceram, como foi o caso do ator Robin Williams e da cantora Whitney Houston.
O uso de inteligência artificial para ressuscitar virtualmente essas personalidades tem gerado controvérsias e críticas por parte de seus familiares e fãs.

Nintendo utilizou IA para recriar o ator Robin Williams com sua filha Zelda – Imagem: Nintendo/Reprodução
Para alguns, a recriação de figuras públicas por meio da IA pode ser vista como uma forma de homenagem e preservação da memória daqueles que marcaram época em suas respectivas áreas.
Contudo, para outros, essa prática pode ser considerada invasiva e desrespeitosa, principalmente quando não há autorização prévia por parte dos familiares do falecido.
É de suma importância entender que a ética e a moralidade devem ser levadas em conta em todas as decisões relacionadas ao uso da tecnologia, especialmente quando se trata de questões tão sensíveis como a interação com entes queridos falecidos.
É fundamental refletir sobre os impactos e consequências dessas inovações tecnológicas em nossa sociedade, buscando sempre o equilíbrio entre avanço e responsabilidade.
A nossa realidade está cada vez mais dominada pela tecnologia, e por esse motivo é essencial manter a humanidade e a empatia em todas as nossas interações, sejam elas reais ou virtuais.
A discussão sobre o uso ético das inteligências artificiais e dos chatbots é fundamental para garantir que essas ferramentas sejam utilizadas de forma consciente e respeitosa, respeitando sempre a individualidade e a dignidade de cada pessoa, mesmo após a sua morte.
Deu em Capitalist

Descrição Jornalista
Em dois meses, Tite ainda não venceu no Brasileirão-2026
09/10/2026 18:04
📊 Pesquisa Datafolha para presidente e governadores de SP, RJ, MG, PE e DF
02/10/2026 05:38 181 visualizações
‘Estamos elaborando mandado de segurança para adiar eleições’, afirma Augusto Cury
02/10/2026 16:26 173 visualizações
01/10/2026 10:57 170 visualizações
Lula vai ao debate presidencial da Globo? Veja as regras em caso de ausência
01/10/2026 04:39 166 visualizações
Sabores, sons e encontros: Claro Food & Jazz transforma Mossoró em palco de experiências
01/10/2026 06:19 161 visualizações
Ministério dos Transportes prepara licitação para duplicar três novos trechos da BR-304
04/10/2026 04:44 149 visualizações
01/10/2026 05:13 148 visualizações
Mais da metade dos brasileiros ainda não decidiu voto para o Legislativo
01/10/2026 09:22 140 visualizações
Mais de 12 mil agentes: SESED define esquema de segurança para as Eleições 2026 no RN
01/10/2026 15:14 139 visualizações
Josimey Costa apresenta ‘Quase conto’ – a literatura que se lê com os olhos
01/10/2026 16:45 139 visualizações