Ciência 17/07/2020 08:50
UFRN ainda pede cautela com a pandemia após a volta de muitas atividades
Com a abertura de diferentes atividades em vários pontos do Brasil, muitas pessoas se perguntam se a pandemia de covid-19 começou a perder força no país.

Com a abertura de diferentes atividades em vários pontos do Brasil, muitas pessoas se perguntam se a pandemia de covid-19 começou a perder força no país.
Mas uma nota técnica apresentada no início do mês por um grupo de cientistas brasileiros, mostra que ainda estamos em um momento de muito cuidado e atenção, correndo inclusive o risco de perder parte dos resultados positivos alcançados pelo isolamento social em algumas cidades.
Os modelos epidemiológicos que tentam mapear o espalhamento da doença indicam para alguns problemas que o país ainda precisa enfrentar. Dois em especial têm chamado a atenção de especialistas: a subnotificação e a interiorização do vírus.
Continuar a estudar a doença continua como peça fundamental para o seu combate.
Segundo o físico José Dias do Nascimento, pesquisador do Departamento de Física Teórica e Experimental (DFTE) da UFRN, a covid-19 mudou a forma com que as epidemias são estudadas.
“Em nenhum momento da História uma pandemia foi tratada de forma tão interativa como estamos vivendo agora. Os grupos de epidemiologia faziam o tratamento matemático quando as epidemias acabavam. Era assim que funcionava. O que a gente tem hoje é a necessidade de fazer tudo ao mesmo tempo porque a situação é muito grave. Então na Física, sobretudo aqui no Brasil, começamos a fazer modelos ainda com a epidemia Itália, depois foi para os EUA e para a Inglaterra e começou a chegar aqui”, disse.
Essa preocupação em atuar rapidamente foi o que levou grupos de pesquisadores do Instituto Internacional de Física (IIF) da UFRN a trabalharem na criação de um modelo físico-matemático ainda no final de fevereiro.
O trabalho dos professores Rafael Chaves (IIF-UFRN) e Askery Canabarro (IIF-UFRN/UFAL) mediu, logo no começo da crise do coronavírus, como seria a transmissibilidade e a analisou a capacidade das estruturas de saúde do país para estimar um número de contagiados e dos mortos.
De acordo com o Professor Canabarro, o modelo criado no IIF desempenha papel apenas no começo da pandemia, medindo o crescimento quando o número de infectados é desprezível. No entanto, mesmo sem estar modelando para o momento atual, ele alerta que a subnotificação de fato existe nos números conhecidos hoje.
Fonte: Assessoria

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