Taxa de desemprego é de 10,5% no trimestre encerrado em abril, anuncia o IBGE - Fatorrrh - Ricardo Rosado de Holanda
FatorRRHFatorRRH — por Ricardo Rosado

Emprego 31/05/2022 10:24

Taxa de desemprego é de 10,5% no trimestre encerrado em abril, anuncia o IBGE

Essa é a menor taxa de desocupação para um trimestre encerrado em abril desde 2015, quando foi de 8,1%.

Taxa de desemprego é de 10,5% no trimestre encerrado em abril, anuncia o IBGE

taxa de desocupação (10,5%) do trimestre móvel de fevereiro a abril de 2022 recuou 0,7 ponto percentual em relação ao trimestre de novembro de 2021 a janeiro de 2022 (11,2%) e 4,3 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano anterior.

Essa é a menor taxa de desocupação para um trimestre encerrado em abril desde 2015, quando foi de 8,1%.

população desocupada (11,3 milhões de pessoas) recuou 5,8% (menos 699 mil pessoas) frente ao trimestre anterior (12,0 milhões de pessoas) e 25,3% (menos 3,8 milhões de pessoas desocupadas) em relação ao mesmo período do ano anterior (15,2 milhões de pessoas).

contingente de pessoas ocupadas foi estimado em aproximadamente 96,5 milhões, recorde da série iniciada em 2012, com alta de 1,1% ante o trimestre anterior (1,1 milhão de pessoas) e de 10,3% (9,0 milhões de pessoas) ante o mesmo período do ano anterior.

nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar), estimado em 55,8%, apresentou alta de 0,5 ponto percentual frente ao trimestre anterior e de 4,8 pontos percentuais ante igual trimestre do ano anterior (51,1%).

taxa composta de subutilização (22,5%) caiu 1,4 ponto percentual em relação ao trimestre de novembro de 2021 a janeiro de 2022 (23,9%) e 7,1 pontos percentuais na comparação com o trimestre encerrado em abril de 2021 (29,6%). É a menor taxa para o trimestre desde 2016 (20,1%).

população subutilizada (26,1 milhões de pessoas) teve queda de 6,0% (menos 1,7 milhão) frente ao trimestre anterior (27,8 milhões) e de 22,5% (menos 7,6 milhões) na comparação anual (33,7 milhões).

população subocupada por insuficiência de horas trabalhadas (6,6 milhões de pessoas) apresentou redução, em relação ao trimestre anterior, de 5,3% (menos 369 mil pessoas). Em relação ao trimestre encerrado em janeiro de 2022, a queda foi de 10,0% (menos 730 mil pessoas).

população fora da força de trabalho (64,9 milhões de pessoas) manteve-se estável quando comparada com o trimestre anterior e caiu 5,3% (menos 3,6 milhões de pessoas) na comparação anual.

A população desalentada (4,5 milhões de pessoas) caiu 6,4% em relação ao trimestre anterior (menos 303 mil pessoas) e 24,6% (menos 1,5 milhão de pessoas) na comparação anual.

percentual de desalentados na força de trabalho ou desalentada (4,0%) caiu 0,3 ponto percentual frente ao trimestre anterior e 1,5 p.p. frente ao mesmo trimestre do ano anterior, quando foi de 5,4%.

O número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (exclusive trabalhadores domésticos) foi de 35,2 milhões de pessoas, subindo 2,0% (690 mil pessoas) frente ao trimestre anterior e 11,6% (acréscimo de 3,7 milhões de pessoas) na comparação anual.

O número de empregados sem carteira assinada no setor privado (12,5 milhões de pessoas) foi o maior da série.

Este contingente apresentou estabilidade em relação ao trimestre anterior e teve alta 20,8% (2,2 milhões de pessoas) no ano.

O número de trabalhadores por conta própria (25,5 milhões de pessoas) manteve-se estável na comparação com o trimestre anterior, mas subiu 7,2% (mais 1,7 milhão de pessoas) no ano.

O número de trabalhadores domésticos (5,8 milhões de pessoas) apresentou estabilidade no confronto com o trimestre anterior e subiu 22,7% (mais 1,0 milhão de pessoas) no ano.

O número de empregadores (4,1 milhões de pessoas) apresentou estabilidade em relação ao trimestre anterior e cresceu 11,2% (414 mil pessoas) em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.

O número de empregados no setor público (11,5 milhões de pessoas) apresentou estabilidade nas duas comparações.

taxa de informalidade foi de 40,1% da população ocupada, ou 38,7 milhões de trabalhadores informais. No trimestre anterior, a taxa havia sido de 40,4% e, no mesmo trimestre do ano anterior, 39,3%.

rendimento real habitual, de R$ 2.569 no trimestre encerrado em abril, apresentou estabilidade frente ao trimestre anterior e redução de 7,9% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.

massa de rendimento real habitual (R$ 242,9 bilhões) cresceu frente ao trimestre anterior e ficou estável na comparação anual.

Deu no Portal do IBGE

Ricardo Rosado de Holanda
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