A divisão foi feita pela equipe de produtores do programa.
Para o apresentador Marcelo Barreto, se fosse possível, o Botafogo estaria numa “caixinha”, guardado, devido ao cenário incerto provocado pela crise administrativa e financeira da SAF, comandada por John Textor.

– Na verdade, o Botafogo estar na terceira prateleira é um gesto de desconfiança da nossa equipe. O Botafogo é um time que nas últimas temporadas brigou nas posições mais altas do Campeonato Brasileiro, mesmo no ano passado, quando o projeto parece, não ter sido abandonado, mas perdeu um pouco do rumo. Então, o Botafogo é um time que tem potencial para brigar pelos primeiros lugares – iniciou Barreto.
– Mas a gente demonstra uma certa desconfiança com o que vai ser feito do Botafogo. Por isso que eu digo, eu tiraria o Botafogo das prateleiras e guardaria numa caixinha aqui. Quando a gente souber direito o que vai acontecer, a gente escolhe uma prateleira que tende a ser mais alta – completou.
Thales Machado, editor do jornal “O Globo” e presente na mesa de debates, disse que a projeção do Botafogo depende se John Textor vai conseguir ou não arrumar a casa.
O clube segue sob transfer ban e aguarda um aporte, que é visto com desconfiança por pessoas da SAF.
– Acho que o Botafogo merecia essa prateleira da gaveta. O Botafogo merecia uma prateleira que poderia ir da segunda à última, de ficar num escorrega ali. Não dá para saber mesmo. Depende. Se você acredita no que o John Textor falou, talvez ele esteja na segunda. Se você não acredita, talvez ele esteja na quarta. Então, fica na terceira – opinou Thales.


