– Minha relação [com Textor] é a melhor possível. É transparência absoluta para os dois lados, parceria, amizade, sinceridade, um sempre tentando ajudar no que pode o outro, muito respeito. Textor é um botafoguense. Esse camarada virou Botafogo. Acho que até os outros times da Eagle Holdings, se ouvirem eu falar isso, vão ficar com ciúmes. Ele é investidor do Lyon, investidor do Crystal Palace, investidor do clube na Bélgica, mas ele é coração alvinegro. Não tenho a menor dúvida. O relacionamento é muito bom, será muito bom, agora comigo, no futuro com outro… Quando você tem uma mesa recheada de botafoguenses de boa intenção, o relacionamento é o melhor possível – completou.
Como presidente do clube associativo, João Paulo não tem ingerência sobre o futebol, mas o Botafogo de Futebol e Regatas ainda tem 10% de controle sobre o time e também cadeira no Conselho Fiscal da SAF.
Fã de Textor, o dirigente até relativizou o papel de fiscalizador, por confiar plenamente no trabalho que está sendo feito.
– Temos assento no Conselho Fiscal da SAF, no futebol da SAF, esse representado pelo Durcesio Mello, nosso ex-presidente, do qual todo botafoguense deve muito. O termo fiscal realmente existe, mas eu não me sinto como fiscal, nem o Durcesio, nem o Pedro, que é o nosso conselheiro fiscal… A gente se sente como amigo aliado, de mão dada, trabalhando para fazer dar certo, para poder construir esse Botafogo internacional, que é o que a gente quer – afirmou.

