Educação 18/09/2021 08:57
IFRN conquista todas as medalhas do RN na 13ª Olimpíada Nacional em História do Brasil
Ao todo, 12 equipes do estado do Rio Grande do Norte conquistaram o pódio, e todas elas vêm do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN).

Foram anunciadas, no último domingo, 12 de setembro, as equipes medalhistas da 13ª edição da Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB).
Ao todo, 12 equipes do estado do Rio Grande do Norte conquistaram o pódio, e todas elas vêm do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN).
São três medalhas de ouro, três de prata e seis de bronze, destinadas a estudantes dos campi Mossoró (dois ouros, uma prata e três bronzes), Natal-Central (um ouro e uma prata), Pau dos Ferros (uma prata e um bronze), Ipanguaçu (um bronze) e São Paulo do Potengi (um bronze).
A final da ONHB, realizada com o apoio do Departamento de História da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), ocorreu no dia 16 de agosto.
Ao todo, o RN esteve representado por 59 grupos, segundo maior número nacional, ao lado de São Paulo e atrás somente de Pernambuco.
Desses, 51 eram do Instituto Federal do Rio Grande do Norte.
Os medalhistas
No total, 36 estudantes do IFRN conquistaram medalhas de ouro, prata ou bronze. Três equipes do IFRN conquistaram a medalha dourada.
É o caso da Carthago Delenda Est, do Campus Mossoró, com orientação do professor Gerardo Júnior.
O grupo revela que nenhum deles imaginava levar o ouro, o que acabou sendo uma surpresa, acompanhada do sentimento de “deu tudo certo”. Os estudantes Gustavo Felipe (Curso Técnico Integrado em Informática), Maria Luísa Azevedo e Mísia Lais (ambas do Curso Técnico Integrado Eletrotécnica) contam que durante a preparação para a fase final da ONHB, o apoio dos professores e do IFRN foi essencial.
O esquema de estudos consistia em encontros virtuais semanais, com produções de textos. “O esforço da equipe toda durante as fases valeu extremamente a pena quando vimos os resultados: o ouro”, concluíram.
Quem também celebra são os estudantes do Curso Técnico Integrado em Eletrotécnica e membros da equipe Cristais das Dunas, orientada pelo professor Francisco Carlos, do Campus Natal-Central do IFRN, que levaram a medalha de prata. Débora Cerqueira Hermínio conta que o Instituto é muito forte e presente entre os medalhistas da ONHB. “Para nós, é uma honra poder fazer nossa parte pela escola e pelo estado”, disse.
César Augusto Noronha, outro componente do grupo, explica que a importância do evento se dá em razão de que, por meio do conhecimento histórico, é possível compreender o passado: “A história é necessária à medida que o seu entendimento colabora para que não repitamos os erros de antes”.
A experiência de participar da ONHB de forma remota, pelo segundo ano consecutivo, só fortaleceu a amizade dos estudantes, como revela Gabrielly Fernandes de Araújo: “Somente juntos é que podemos fazer e viver história”.
Outra equipe premiada é do Campus São Paulo do Potengi. As alunas Maria Clara Miranda, Maria Ester Oliveira e Fábia Gabrielle Ferreira Costa, do Curso Técnico Integrado em Edificações e componentes da equipe Dona Militana, orientada pelo professor Júlio César, conquistaram a medalha de bronze.
Como conta Fábia, o pódio é “uma grande conquista para nós, principalmente em uma época tão difícil, nos fazendo lembrar que o conhecimento é a chave contra o negacionismo”.
Além das equipes que levaram ouro, prata e bronze, o IFRN sai da 13ª Olimpíada Nacional em História do Brasil com 39 medalhas de cristal, ou menções honrosas. Uma delas vai para a equipe Tribalistas, do Campus Mossoró, composta pelos estudantes Dayana Isla, Marina Morais e Marcos Vinícius, do Curso Integrado em Eletrotécnica, sob a orientação do professor Gerardo Júnior. Marcos conta que a maior conquista da ONHB é o conhecimento.
“Foi uma grande honra estar representando o IFRN nesta edição. Queremos agradecer o apoio da instituição e do professor Gerardo, que nos auxiliaram nesta caminhada”, declarou o jovem, que finalizou dizendo que “a ONHB nos ensinou, das mais diversas formas, a pensar de forma crítica e a lutar pelas narrativas que acreditamos enquanto nos ensinava sobre os cursos e des-cursos da história e nos permitia dissertar sobre a nossa própria, uma vez que estaríamos adquirindo experiências e conhecimentos jamais esquecidos”.
Fonte: Assessoria

Descrição Jornalista
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