Duas praias em Natal permanecem impróprias para banho - Fatorrrh - Ricardo Rosado de Holanda
FatorRRHFatorRRH — por Ricardo Rosado

Poluição 12/04/2026 10:19

Duas praias em Natal permanecem impróprias para banho

Duas praias em Natal permanecem impróprias para banho

Dois trechos de praia em Natal permanecem impróprios para banho, segundo o boletim de balneabilidade divulgado nesta sexta-feira (10) pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema).

Além deles, há outros dois pontos em Parnamirim e Nísia Floresta, na Região Metropolitana, que também não estão aptos para banho, segundo o documento.

Os trechos em questão são:

  • Ponta Negra (trecho do Morro do Careca), em Natal
  • Areia Preta (Escadaria de Mãe Luíza), em Natal
  • Rio Pirangi-Pium (Balenário Pium), em Parnamirim
  • Foz do Rio Pirangi, em Nísia Floresta

Há outros trechos nessas praias que estão aptos para banho, como é o caso, por exemplo, de Ponta Negra, que tem os trechos do acesso principal, da Rua C. G. Teixeira – Escadaria e da Rua M. S. Medeiros como próprios para banho.

No boletim da semana passada, as praias do Forte e da Redinha, no trecho do Rio Potengi, em Natal, também estavam impróprias para banho. As duas, no entanto, saíram da lista nesta nova semana.

O boletim de balneabilidade monitora 33 pontos de praia ao longo do ano – 18 a menos que no período do verão. As praias monitoradas ficam em Natal, Parnamirim, Nísia Floresta e Extremoz.

A análise tem como base a quantidade de coliformes termotolerantes – também chamados de coliformes fecais – presentes na água, seguindo os critérios estabelecidos por uma resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), que define os parâmetros para a classificação das águas próprias e impróprias para banho.

O boletim desta semana tem validade até a próxima quinta-feira (16), já que na sexta (17) um novo documento será emitido.

O monitoramento integra o Programa Água Azul, que é desenvolvido em parceria entre o Idema, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) e a Fundação de Apoio à Educação e ao Desenvolvimento Tecnológico do RN (Funcern).

Deu em G1/RN

Ricardo Rosado de Holanda
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Descrição Jornalista