Emprego 05/06/2022 10:09
Desemprego cai pelo 9º mês seguido e dá fôlego a Bolsonaro
Indicador mostra melhora do mercado de trabalho no Brasil; resultado surpreende analistas do mercado financeiro.

A fila do desemprego no Brasil diminuiu no início de 2022. A taxa oficial caiu para o menor nível desde 2016. Atingiu 10,5%. Ou seja, retornou ao patamar do governo Dilma Rousseff (PT).
O número surpreendeu analistas do mercado financeiro e deu um “gás” para a pré-campanha de Jair Bolsonaro, que luta em defesa de sua política econômica.
Números compilados pelo Poder360 mostram que a taxa de desocupação vem decaindo há 9 meses seguidos.
O total de desempregados no país (11,3 milhões) caiu 25,3% no ano. Significa 3,8 milhões a menos de pessoas desocupadas, que deixaram de procurar emprego porque encontraram uma atividade para fazer, seja emprego ou estudo.
Atualmente, há 96,5 milhões de pessoas ocupadas, ou seja, trabalhando ou em alguma outra atividade. O percentual vem subindo há 12 meses consecutivos.
Acumula alta anual de 10,3%.
O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou os dados na 3ª feira (31.mai.2022). Eis a íntegra do relatório (9 MB).
A melhora gradual no mercado de trabalho, no entanto, é acompanhada da queda da renda da população, por causa do avanço dos preços ao consumidor.
O rendimento do trabalhador ficou estável em R$ 2.569 no trimestre em comparação com o anterior (de novembro de 2021 a janeiro de 2022). Caiu 7,9% em relação ao mesmo período do ano passado.
A mínima histórica é de dezembro de 2021 (R$ 2.541). Para o economista Bruno Imaizumi, da LCA Consultores, o resultado do desemprego de abril “realmente surpreendeu”, puxado pelo crescimento da população ocupada, disseminado ente aqueles com carteira assinada e informais.
“O problema é que a taxa de desemprego hoje não conta toda a história do mercado de trabalho, já que existem 3 milhões de pessoas a mais fora da força de trabalho do que no período pré-pandemia. Essas pessoas, ao não procurarem emprego e não entrarem na estatística de desempregados, não são contabilizadas na taxa de desemprego”, afirmou.
Ou seja, é possível que o país tenha taxas de desemprego menores do que antes das crises (pandemia e da recessão de 2015-2016).
“Isso não necessariamente significará em um mercado de trabalho melhor, já que hoje temos uma renda em patamares mínimos e a proporção de ocupações informais no mercado de trabalho cada vez maior”, disse Imaizumi.
Atualmente, há 65 milhões de pessoas fora do mercado de trabalho.
Deu em Poder360

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