Sem categoria 06/07/2017 04:56
Defesa diz que acusação é "chocha, capenga, pálida e ficcional"
A defesa questiona se a acusação contra Temer não seria apenas por ele ser presidente da República e não seria apenas uma manifestação política contra seu governo. “Deste modo, estaria Michel Temer sendo acusado tão somente por Rodrigo Loures ser “homem de sua total confiança”? Estaria ele sendo denunciado apenas porque conversou com Joesley Batista em “encontro noturno e secreto” no Palácio do Jaburu? Ou, ainda, estaria Michel Temer sofrendo os dissabores de uma denúncia exclusivamente em razão de ser o Presidente da República, em uma verdadeira manifestação política contra os seus ideais de governo? Ao que nos parece, Michel Temer está, sim, infelizmente sendo denunciado somente em razão dessas condições!”, diz.
A defesa questiona se a acusação contra Temer não seria apenas por ele ser presidente da República e não seria apenas uma manifestação política contra seu governo.
“Deste modo, estaria Michel Temer sendo acusado tão somente por Rodrigo Loures ser “homem de sua total confiança”? Estaria ele sendo denunciado apenas porque conversou com Joesley Batista em “encontro noturno e secreto” no Palácio do Jaburu? Ou, ainda, estaria Michel Temer sofrendo os dissabores de uma denúncia exclusivamente em razão de ser o Presidente da República, em uma verdadeira manifestação política contra os seus ideais de governo? Ao que nos parece, Michel Temer está, sim, infelizmente sendo denunciado somente em razão dessas condições!”, diz.
Em diversos trechos a defesa faz ataques a denúncia, que chama, entre outros adjetivos, de “chocha”, “capenga” “pálido” e “ficcional”. Há ainda questionamentos sobre se a gravação da conversa entre Temer e Joesley ter sido adulterada, apesar de a Polícia Federal ter descartado tal hipótese. Classifica-se ainda essa prova como ilícita.
No fim, são dedicadas ainda cinco páginas a questionar o benefício da delação premiada. “Observa-se que, além de suas intrínsecas irregularidades e anomalias em relação ao nosso ordenamento penal e processual penal e à própria Constituição, a delação tem sido um instrumento de impunidade que transforma delatores em paladinos da verdade e auxiliares da justiça”, diz trecho da peça.
Conclui apelando a um “patriotismo” dos parlamentares para rejeitarem a autorização para que o Supremo analise a denúncia.
“Por todo o exposto, aguarda-se com serenidade que essa Egrégia Câmara dos Deputados não conceda autorização para que o Colendo Supremo Tribunal Federal processe o Presidente da República, pois prevalecerá o discernimento, o senso de justiça e o patriotismo de Vossas Excelências”, conclui.
Deu em O Globo

Descrição Jornalista
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