Artigo 23/08/2023 15:27
“De mãos dadas: A importância do trabalho em grupo”
A Casa de Apoio à Criança com Câncer Durval Paiva recebe, todos os meses, novas famílias e pacientes, após a tão temida notícia e diagnóstico do câncer.

Sabe aquela frase de efeito: “Ninguém solta a mão de ninguém”, ela possui muito significado.
Afinal, contar com o outro é fundamental em qualquer circunstância das nossas vidas, o apoio é primordial. Nos momentos mais difíceis, a chamada rede de apoio é peça chave para oferecer suporte e segurança.
Receber o diagnóstico de uma doença grave como câncer é algo pesado, traumatizante, muitas famílias relatam que é como se o mundo estivesse desabando na sua cabeça ou chão se abrindo e você está caindo num buraco sem fim, é assustador.
Nesse momento, é de extrema relevância poder contar com o apoio dos familiares, amigos, profissionais qualificados e, também, com uma rede de apoio que vai sendo tecida, construída.
A Casa de Apoio à Criança com Câncer Durval Paiva recebe, todos os meses, novas famílias e pacientes, após a tão temida notícia e diagnóstico do câncer.
A instituição possui profissionais capacitados para acolher e oferecer suporte a estes e, nesse espaço, também é formada uma rede de apoio importante, constituída por mães, avós, tias, irmãs, pais, que se encontram no mesmo mar de dúvidas, angústias e inquietações que o câncer traz.
Algumas a mais tempo navegando e outras que acabaram de mergulhar. Essa rede construída é como se fosse um bote, que vai ajudar a enfrentar as tormentas desse mar.
O grupo “De mãos dadas” foi pensado para fortalecer essa rede, por meio do trabalho em grupo, coordenado pelos setores de serviço social e psicologia, numa perspectiva interdisciplinar.
Nos encontros busca-se oferecer um espaço de escuta, acolhimento e muita troca de vivências e experiências, que proporcionam o fortalecimento e estreitamento dos laços que tecem a rede de apoio.
Para muitas acompanhantes, a estadia na Casa Durval Paiva pode ser longa, meses a fio e isso depende diretamente do diagnóstico e tipo de tratamento, contribuindo para que esse se torne um segundo lar para muitas famílias.
Sozinhos não somos nada.
Por Keillha Israely – Assistente Social Casa Durval Paiva –
CRESS/RN 3592_

Descrição Jornalista
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