Entre os casos mais comuns estão tratamentos para câncer, doenças neurológicas, transtornos psiquiátricos severos, HIV, Parkinson, epilepsia e outras condições crônicas.
O uso contínuo desses medicamentos costuma indicar um quadro de saúde que pode gerar incapacidade laboral, abrindo caminho para benefícios como o auxílio-doença ou a aposentadoria por incapacidade permanente.
Especialistas alertam que o simples uso do remédio não garante automaticamente o benefício.
É necessário passar por perícia médica do INSS, que avalia laudos, exames, histórico clínico e o impacto da doença na capacidade de trabalho. Em alguns casos, o segurado pode começar recebendo auxílio temporário e, com a evolução do quadro, ter o benefício convertido em aposentadoria.
Com mudanças recentes nos procedimentos e maior procura por direitos previdenciários, o tema ganhou destaque em 2026. Muitos segurados que antes desconheciam essa possibilidade agora buscam orientação para entender se o tratamento de saúde que realizam pode, de fato, garantir acesso à aposentadoria prevista em lei.


