Textor planeja investir por meio de aumento de capital (equity). Contudo, o social vê impasse sobre as ações da SAF e a origem da verba.
O associativo considera que a proposta é no mesmo modelo discutido anteriormente – não formalizado – e já recusado pelo social.
De acordo com “O Globo”, a oferta “prevê aporte em troca de ações, mas há questionamentos sobre a titularidade desses papéis. Nos bastidores, há o entendimento de que essas ações estariam vinculadas a estruturas sob disputa ou administração judicial, o que poderia impedir sua utilização nos moldes apresentados”.
Outro ponto que o Botafogo associativo entende é que os recursos não são de John Textor, mas de investidores, o que gera dúvidas sobre a operação e as garantias. Além disso, há dúvidas sobre validar o empréstimo anterior.

