Animais 30/06/2024 16:42
As 5 cobras mais venenosas do planeta
O encontro de humanos com esses répteis rastejantes pode resultar em fatalidades, graças ao veneno das espécies, que contém substâncias tóxicas produzidas em uma glândula salivar modificada.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), por ano, 5,4 milhões de pessoas são vítimas de picadas de cobras venenosas. A OMS estima que, entre elas, ocorram entre 81 mil e 138 mil mortes.
O encontro de humanos com esses répteis rastejantes pode resultar em fatalidades, graças ao veneno das espécies, que contém substâncias tóxicas produzidas em uma glândula salivar modificada.
Ao injetar suas presas nas vítimas, ela envenena imediatamente.
Com tantas variedades de cobras por aí, é preciso explicar que nem todas são venenosas, e nem mesmo o efeito das toxinas é igual. Mas algumas delas pode ser muito mais mortais do que outras.

A echis é uma víbora de origem indiana, responsável pela maior parte dos ataques e mortes relacionadas no país.
Ao todo, ela pode ter causado cerca de 58 mil mortes no período de 12 meses. Ao contrário de outras víboras, a echis não faz o som sibilado, mas começa a “chiar” esfregando suas escamas serrilhadas quando se sente ameaçada.
Uma picada dessa espécie fará a vítima apresentar inchaço e dor no local, seguido de potencial hemorragia.
Seu veneno interfere na coagulação do sangue que, além de hemorragia interna, pode causar insuficiência renal aguda, segundo pesquisadores da Understanding Animal Research.

Seu estilo intercalando preto e amarelo como em uma faixa de sinalização deveria servir de alerta sobre o perigo de cruzar com uma cobra da espécie krait-listrado. Atravessar seu caminho é um verdadeiro perigo à noite, já que, durante o dia, ela se locomove lentamente.
Segundo estudo publicado na revista PLOS Neglected Tropical Diseases, o veneno de uma picada dessa cobra é capaz de paralisar os músculos da vítima, impedindo o movimento do diafragma. Dessa forma, o ar deixa de entrar nos pulmões, resultando em asfixia e, consequentemente, morte.

Cobras-reais são venenosas, mas parte do perigo que ronda seus ataques está mais na quantidade de veneno que é capaz de injetar do que na potência dele. Cada mordida dessa espécie coloca 7 mililitros de veneno no organismo da vítima – e cada ataque envolve de três a quatro mordidas.
Ela também é conhecida como a cobra mais longa do mundo, medindo até 5,4 metros, segundo o Museu de História Natural de Londres.
Sua visão também é impressionante, pois ela é capaz de detectar uma pessoa em movimento a 100 metros de distância.
Ao sentir-se ameaçada, essa cobra usa costelas e músculos do pescoço para alargar a pele ao redor da cabeça. Uma mordida sua pode matar um ser humano em cerca de 15 minutos.

Habitante das florestas úmidas de regiões costeiras e tropicais, especialmente na Austrália, a taipan-costeira é capaz de dar várias mordidas antes de sua vítima perceber que foi atacada, tudo graças à sua grande velocidade, conforme explicam funcionários do Museu Australiano.
Até 1956, ano em que um antídoto para sua picada foi desenvolvido, seu veneno era quase sempre fatal, de acordo com especialistas da Australian Geographic.
Seu ataque se dá com ela levantando completamente seu corpo do chão, até saltar com as presas esticando-as em direção ao inimigo para injetar o veneno.

Primeiro lugar na lista entre as mais venenosas, a taipan-do-interior é uma das cobras cujas toxinas são mais perigosas.
Segundo pesquisadores do International Journal of Neuropharmacology, uma pequena quantidade de seu veneno é capaz de matar várias vítimas humanas.
Essa espécie vive escondida nas fendas de argila das planícies de Queensland, sul da Austrália, por vezes escolhendo como moradia tocas anteriormente cavadas por outros animais.
Seu contato com seres humanos é raro, segundo o Museu Australiano.
Antes do bote, no momento em que se sente ameaçada, a taipan-do-interior enrola seu corpo em S, até encontrar o momento certo de disparar uma mordida rápida, ou mesmo várias mordidas.
Seu veneno é perigoso por conta da enzima hialuronidase, que aumenta a taxa de absorção das toxinas no corpo de uma vítima.

Descrição Jornalista
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