Porém, os juros poderiam fazer esses US$ 50 milhões dobrarem em apenas cerca de quatro meses.
Ainda segundo “O Globo”, apesar de John Textor ter dito que esse dinheiro poderia abrir caminho para novos investidores – que são antigos parceiros dele na FuboTV – se tornarem acionistas da SAF, abrindo mão de parte dos 90% que ele detém, no contrato o que está previsto é que seriam dadas vendas de jogadores como garantias de pagamento.
“Há, na SAF, quem veja isso com normalidade a partir do pressuposto de que negociar jogadores já faz parte do DNA do projeto montado por Textor. Além disso, há o argumento de que a escolha de quem seria vendido partiria do departamento de futebol alvinegro, como de praxe. Por outro lado, há também quem aponte esse caminho como em um sentido contrário ao de austeridade que a SAF tem tentado buscar recentemente“, diz a matéria.
A reportagem do jornal “O Globo” encerra afirmando que, por conta de todas essas incertezas, o tal aporte – ou empréstimo, que seria usado entre outras coisas para pagar o transfer ban – pode não acontecer mais.

