Empresas 25/06/2020 10:20
Anunciantes entram na campanha “pare de lucrar com o ódio” e se afastam do Facebook
A marca de sorvetes Ben & Jerry's se juntou a uma lista crescente de empresas que, durante o mês de julho, decidiram retirar sua publicidade das plataformas comandadas pelo Facebook.
A marca de sorvetes Ben & Jerry’s se juntou a uma lista crescente de empresas que, durante o mês de julho, decidiram retirar sua publicidade das plataformas comandadas pelo Facebook.
Além do próprio Facebook, a empresa que Mark Zuckerberg administra é dona do Instagram e do WhatsApp — o conglomerado também soma 80 outras empresas menos conhecidas.
Esse boicote faz parte da campanha Stop Hate For Profit (Pare de lucrar com o ódio, em tradução livre), que exige que o Facebook tome medidas mais rígidas contra a disseminação do ódio e de conteúdos racistas.
O Facebook tem uma receita anual de US$ 70 bilhões (cerca de R$ 371 bilhões) apenas em publicidade.
A campanha acusa a rede social de “amplificar as mensagens dos supremacistas brancos” e de “permitir mensagens que incitam violência”.
Ben & Jerry’s, de propriedade da gigante britânica Unilever, tuitou que “vai parar de anunciar no Facebook e no Instagram nos Estados Unidos”.
No início desta semana, as marcas de equipamentos para atividades ao ar livre The North Face, Patagonia e REI se juntaram à campanha.
“Das eleições seguras à pandemia global e à justiça racial, os riscos são altos demais para que a empresa (Facebook) continue sendo cúmplice na disseminação da desinformação e no fomento ao medo e ao ódio”, escreveu a empresa Patagonia no Twitter.
A Ben & Jerry’s disse que concorda com a campanha. “Todo mundo pediu ao Facebook para tomar medidas mais rigorosas para impedir que suas plataformas de mídia social sejam usadas para dividir nossa nação, anular os eleitores, incentivar e alimentar o racismo e a violência e minar nossa democracia”, escreveu a marca.
Após a morte de George Floyd por policiais brancos, em maio, o CEO da Ben & Jerry, Matthew McCarthy, disse que “as empresas precisam ser responsáveis” e implementou planos para aumentar a diversidade na companhia.
No início desta semana, a plataforma de trabalho independente Upwork e o desenvolvedor de software de código aberto Mozilla também se juntaram à campanha.
Por outro lado, o Facebook prometeu “promover a equidade e a justiça racial”.
Deu na BBC

Descrição Jornalista
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