Judiciário 16/03/2018 09:39
Além do auxílio-moradia os juízes querem aumento de 40%
Juízes federais e integrantes do Ministério Público da União paralisaram os trabalhos, nesta quinta-feira (15/3), para reivindicar reajuste de 40%, que seria a defasagem salarial das categorias desde 2005. Eles alegam que todas as carreiras do serviço público tiveram aumento nos vencimentos nos últimos anos, exceto a magistratura, e que isso seria uma retaliação por parte do Congresso Nacional e do Executivo federal contra as recentes operações de combate à corrupção.

Juízes federais e integrantes do Ministério Público da União paralisaram os trabalhos, nesta quinta-feira (15/3), para reivindicar reajuste de 40%, que seria a defasagem salarial das categorias desde 2005.
Eles alegam que todas as carreiras do serviço público tiveram aumento nos vencimentos nos últimos anos, exceto a magistratura, e que isso seria uma retaliação por parte do Congresso Nacional e do Executivo federal contra as recentes operações de combate à corrupção.
Os presidentes das entidades que representam as classes foram uníssonos em negar que a mobilização tenha como objetivo pressionar o Supremo Tribunal Federal em relação ao julgamento da próxima semana que julgará a legalidade do pagamento de auxílio-moradia a toda magistratura.
Caso houvesse a reposição que eles reivindicam, o teto salarial saltaria de R$ 33,7 mil para R$ 47 mil e o vencimento dos juízes, que é de R$ 27 mil, passaria para R$ 37 mil, segundo as entidades.
Os representantes das associações concederam uma coletiva na tarde desta quinta para fazer um balanço da paralisação.
Todos alegaram que o governo e o Legislativo violam a Constituição ao não conceder o reajuste a anual determinado pela Carta a que juízes e promotores têm direito. De acordo com o presidente da Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho, Guilherme Feliciano, 699 das 1577 varas do trabalho paralisaram os trabalhos nesta quinta e 1210 dos 3361 juízes não foram trabalhar.
Já a Associação dos Juízes Federais informou que o Tribunal Regional Federal da 5ª Região não aderiu à greve, enquanto 100% dos membros da Seção Judiciária de Pernambuco pararam as atividades.
No Rio Grande do Sul, a adesão foi de 85% (170 dos 200 magistrados); no Ceará, das 35 varas, só só três não aderiram; no Distrito Federal, metade aderiu; em São Paulo, 150 dos 423 juízes não trabalharam; no Rio Grande do Norte, metade aderiu; no Rio de Janeiro, mais de 100 magistrados não foram trabalhar; em Minas Gerais, o ato da greve tinha 20 juízes federais; na Bahia, 80% dos juízes federais participaram da mobilização; no Pará, esse número ficou em 60%.
A entidade não passou o balanço dos outros estados.
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