Artigo 25/11/2020 11:33
A segunda onda – Napoleão Veras
Ainda quando todo o mundo lutava para escapar da PRIMEIRA ONDA DA COVID 19, já se anunciava a possibilidade real de um outro surto da virose.

Ainda quando todo o mundo lutava para escapar da PRIMEIRA ONDA DA COVID 19, já se anunciava a possibilidade real de um outro surto da virose.
O sacrifício do primeiro momento foi tão grande, tamanha as energias desprendidas, que quase ninguém deu ouvidos às evidências científicas apontando para uma indesejada segunda onda.
Pois bem, *ela chegou*.
Uma onda dentro de outra onda que não tinha ido embora, ou se desfeito totalmente.
Em medicina, a palavra _subentrante_ nomeia sinais que se superpõem, que recomeçam antes que o anterior acabe. Uma febre, uma convulsão, p.ex.
Claro que são todas elas situações de alta voltagem, de imenso desgaste físico e emocional, de exaustão até.
Quanto sacrifício vivido para, antes da esperada calmaria, ter de enfrentar de novo um mar revolto e cheio de mistérios – parece ser a pergunta da hora.
Infelizmente a situação que nos cabe hoje viver é esta.
Começar tudo de novo. Retomar os cuidados que havíamos relaxado, de certa forma.
Não há como aglomerar. Ir a shows, praias lotadas, passeatas, manifestações políticas multitudinárias.
Difícil entender como a campanha política se deu sem que houvesse uma proibição expressa de todas as formas de aglomeração.
Uma coisa bem Brasil. Mais uma irresponsabilidade com chancela de um tribunal superior – em minúsculas mesmo.
Agora chegou a fatura.
Que cada um com seu grau de conhecimentos sobre o *Coroné Virus* faça a sua parte. Não espere por autoridades estabanadas, sem o necessário preparo para conduzir o País, o Estado, o Município.
Somos órfãos do bom senso.
A única moeda que tem valor para os mandatários do _patropi_ é o VOTO, e o PODER, por consequência.
Voltemos então às nossa vidas de contribuintes, de eleitores, à realidade comezinha.
Não esquecer a máscara, o álcool gel, o distanciamento social e o manual inteirinho de boas normas de sobrevivência.
Sacar – se for o caso – o rosário da crença e pedir, conta a conta, que *eles lá* se entendam quanto à vacina, nosso objeto de desejo.
Que esqueçam a vacina russa, ou a chinesa, ou a inglesa, ou a americana. Pensem numa vacina boa para humanos.
Pensem em nós, em suas famílias inclusive, se não for pedir muito.
Napoleão Veras -Médico

Descrição Jornalista
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