Comportamento 22/01/2024 13:33
O motivo pelo qual se apaixonar bagunça o cérebro, de acordo com a ciência
Quem comprovou isso foram pesquisadores da Universidade do Sul da Austrália, da Universidade Nacional da Austrália e da Universidade de Camberra.

Um estudo publicado recentemente no periódico internacional Behavioral Sciences revelou o que muita gente já deve ter sentido ao menos uma vez: se apaixonar mexe com o cérebro.
Ao que tudo indica, há uma sinergia entre mudanças químicas e comportamentais que faz com que a pessoa amada passe a ocupar um lugar de destaque no cérebro – daí a razão de não conseguir parar de pensar em alguém.
Quem comprovou isso foram pesquisadores da Universidade do Sul da Austrália, da Universidade Nacional da Austrália e da Universidade de Camberra.
A ciência sempre soube que a mente humana fica “confusa” quando uma pessoa cai de amores por outra. Porém, a pesquisa feita com 1.556 jovens adultos – todos eles atualmente com o status de apaixonados – ajudou a clarear as coisas.
Os participantes foram convidados a responder a uma série de perguntas para que os cientistas analisassem sentimentos e comportamentos envolvendo o ente querido.
Em uma segunda etapa, o estudo se aprofundou em um tópico: a intensidade do amor e do interesse amoroso em relacionamentos relativamente novos.
Por este motivo, prosseguiram para ela com apenas 812 jovens, que se diziam apaixonados há menos de dois anos.

A combinação entre ocitocina e dopamina é a responsável por transformar o cérebro quando nos apaixonamos. (Fonte: Getty Images)
Uma das principais metas dos pesquisadores era descobrir se o sistema de ativação comportamental – BAS, na sigla em inglês – desempenha algum papel quando se fala em amor romântico.
Em linhas gerais, o BAS é um mecanismo neurológico que motiva determinados comportamentos a fim de obter algum tipo de recompensa.
A conclusão foi a de que, quando existe o interesse amoroso em alguém, as engrenagens cerebrais mudam temporariamente e tornam esse alguém o centro de todos os pensamentos.
Ou seja: de fato, apaixonar-se mexe com o cérebro, mesmo que não seja uma mudança definitiva.
Sendo assim, talvez não seja a melhor ocasião para se tomar grandes decisões financeiras, por exemplo, já que a mente está focada em outra coisa.
Esse cenário pode ser um reflexo da presença de alguns hormônios. A ocitocina, já velha conhecida dos cientistas por ser o “hormônio do amor”, é um deles, circulando abundantemente pela corrente sanguínea sempre que uma pessoa querida está por perto.
A novidade, contudo, fica por conta da combinação entre ocitocina e dopamina, que se mostrou a responsável por nos fazer pensar o tempo todo na pessoa amada e por alterar o nosso foco.
De modo simples, a dopamina é um neurotransmissor muito associado à sensação de prazer e uma substância química que o cérebro esbanja quando sentimos o amor romântico.
Deu em Mega Curioso

Descrição Jornalista
Ministério da Saúde emite alerta para o vírus Nipah no Brasil
02/02/2026 04:40 215 visualizações
Boris Casoy acerta com o SBT e volta à TV após quatro anos
06/02/2026 07:30 199 visualizações
03/02/2026 15:54 198 visualizações
Fachin: Dúvidas sobre conflitos de interesses devem ser tratadas sempre com transparência
02/02/2026 16:06 192 visualizações
“Norte do Brasil tem mulheres mais feias do mundo”, diz e-mail de Epstein
05/02/2026 07:35 169 visualizações
Empresário potiguar Silvio Bezerra lança autobiografia nesta quarta (04), na FIERN
04/02/2026 05:06 160 visualizações
Dinheiro dos precatórios dos professores da UFRN foi incluído no orçamento de 2027, garante TRT-RN
09/02/2026 15:44 154 visualizações
Reforma tributária muda regras de contratos de aluguel; entenda o que já vale
06/02/2026 09:02 154 visualizações
Semurb alerta produtores de eventos sobre prazos para licenciamento no Carnaval
03/02/2026 17:07 147 visualizações