Como funciona?
Quando um cliente faz um pedido no aplicativo da Meituan, que é uma plataforma de entrega muito famosa na China – um tipo de Ifood chinês – para entrega por drone, um trabalhador humano vai até o restaurante, pega o pedido e o leva para o ponto de lançamento.
Eles colocam a comida em uma caixa padronizada, verificam o peso, fecham a caixa e entregam para outro trabalhador que lida com os drones.
Este segundo trabalhador coloca a caixa debaixo de um drone e espera que ela seja seguramente travada para a entrega.
Os drones deixam os pedidos nos quiosques, e os clientes vão até lá buscar.
Pontos de decolagem
A Meituan usa drones para entregar comida a partir de cinco centros de entrega.
Eles transformaram telhados em aeroportos de drones.
Em média, um operador monitora 10 drones ao mesmo tempo.
Mas a ideia da empresa é transformar todo o processo em uma linha de montagem de fábrica totalmente automatizada.
Serviço mais previsível
Como as rotas são controladas, dá pra ver exatamente onde cada drone estará a cada segundo.
Isso garante que os clientes saibam com precisão quando esperar sua entrega com apenas alguns segundos de diferença, ao contrário das entregas tradicionais que podem atrasar três ou até mesmo 10 minutos.
Para os moradores de Shenzhen isso já é parte da rotina diária.
No futuro, os drones poderão representar 5% ou 10% de todos os pedidos de entrega.

Quiosques onde os drones deixam o delivery e os clientes retiram a comida – Foto: Zeyi Yang

Uma das plataforma onde os funcionários colocam o delivery para o lançamento do drone – Foto: Zeyi Yang
Deu em MIT Technology Review.