Câmara Municipal 19/09/2023 05:47
Comissão de Justiça aprova projeto para mulheres vítimas de violência
A proposta é de autoria do vereador Chagas Catarino (PSDB) e foi relatada pela vereadora Nina Souza (PDT), presidente da comissão.

Entre as 19 matérias apreciadas em reunião nesta segunda-feira (18), a Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final da Câmara Municipal de Natal, aprovou o Projeto de Lei n° 112/2023 que cria o “Cartão Recomeçar” para mulheres vítimas de violência doméstica e vulnerabilidade econômica.
A proposta é de autoria do vereador Chagas Catarino (PSDB) e foi relatada pela vereadora Nina Souza (PDT), presidente da comissão.
“Essa comissão é a porta de entrada de todas as matérias que são propostas nessa Casa para todas as áreas. Esse projeto é interessante porque não se trata de dar dinheiro, mas de ser uma ferramenta para oferecer linhas de créditos específicas para essas mulheres empreenderem, garantir o direito a auxilio aluguel, a cursos de capacitação, de modo que proporcione liberdade econômica a essas vítimas”, explicou a parlamentar.
A comissão também aprovou o Projeto de Lei n° 134/2023, do vereador Kleber Fernandes (PSDB).
“É uma matéria para dar mais respeito, inclusão e dignidade às pessoas com deficiência visual, de modo que os cartórios disponibilizem certidões de óbito, casamento e nascimento, em braile. São documentos extremamente importantes e necessários para o exercício da cidadania e nada mais justo que garantir que essas pessoas tenham acesso a eles”, disse o autor.
Nesta temática, foram aprovados ainda o PL n° 261/2023, do vereador Milklei Leite (PV), que institui o Programa Municipal de Apoio Psicológico aos pais de crianças com deficiências, altas habilidades/superdotação e transtornos globais de desenvolvimento;
e o PL n° 378/2023, da vereadora Camila Araújo (União Brasil), que cria o programa de Identificação e Acompanhamento Integrado dos Alunos com o Transtorno do Espectro Autista (TEAcompanha) na Rede Municipal de Ensino.
A vereadora Brisa Bracchi (PT), destacou uma proposta de sua autoria para garantir formação continuada e educação permanente sobre Cannabis Medicinal para profissionais da saúde e da assistência social.
“A cannabis medicinal já está legalizada e previsto seu uso em todo o território nacional, mas as consultas são caras e queremos que mais pessoas possam ter acesso ao tratamento no SUS, de modo que precisa que os profissionais saibam como fazer essa prescrição”, declarou.
A vereadora Camila Araújo (União Brasil) e os vereadores Raniere Barbosa (Avante) e Klaus Araújo (PSDB), também participaram da reunião.
Fonte e foto: Assessoria

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