O grupo disse à Folha de S. Paulo que a invasão visa pressionar a Suzano a cumprir acordo firmado em 2011, que envolveria a cessão de terras para assentar 600 famílias.
Já a empresa afirma, em nota, que as propriedades foram danificadas pelos membros do movimento e que os atos estão sujeitos à adoção de medidas judiciais.
Essas foram as primeiras ocupações em massa do MST desde o início do governo Lula. No ano passado, como mostramos, João Pedro Stedile, líder do movimento, já havia dito que, se o petista vencesse a corrida presidencial, o país voltaria a ter “grandes mobilizações”.
As invasões na Bahia contrariam o discurso de Lula de que o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra não ocupa propriedades produtivas.
