Psicologia 01/02/2023 09:00
OMS diz que 40 milhões de pessoas estão com transtorno bipolar. Conheça os sinais de alerta
Quando está deprimida, a pessoa pode se sentir triste, irritada, vazia, sem prazer ou interesse em atividades. Esse comportamento pode durar quase o dia todo, durante vários dias.

Quarenta milhões de pessoas foram diagnosticadas com transtorno bipolar em 2019, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Como reconhecer a doença? O psiquiatra Marc Masson falou a respeito em entrevista à RFI.
A doença foi chamada de psicose maníaco-depressiva durante muito tempo. A OMS explica que pessoas com o transtorno bipolar alternam episódios depressivos com sintomas maníacos.
Quando está deprimida, a pessoa pode se sentir triste, irritada, vazia, sem prazer ou interesse em atividades. Esse comportamento pode durar quase o dia todo, durante vários dias.
Já os períodos maníacos podem incluir euforia ou irritabilidade, com picos de atividade ou energia. Outros sintomas são o aumento da loquacidade, ou seja, a pessoa fala muito, pensamentos acelerados, autoestima exacerbada, menos necessidade de dormir, maior distração, além de comportamento impulsivo e imprudente.
Pessoas com transtorno bipolar estão mais sujeitas ao suicídio, alerta a OMS. A doença foi um dos temas discutidos no Congresso do Encéfalo, que aconteceu em Paris de 18 a 20 de janeiro.
“Muitas vezes há sinais de alerta, que podem começar muito cedo, aliás, desde o final da infância, início da adolescência, com distúrbios do sono, certos comportamentos emocionais instáveis, mas não suficientemente significativos para sugerir o diagnóstico”, relata o especialista a respeito das dificuldades e lentidão para se chegar a um diagnóstico.
Luta contra o preconceito
O psiquiatra aponta para a gravidade da estigmatização dos transtornos mentais nos ambientes de trabalho. Para ele, é muito importante lutar contra esse preconceito.
“As doenças mentais em geral são muito discriminadas, principalmente no ambiente de trabalho. Essa é sempre uma questão muito, muito delicada. Muitas pessoas podem perder o emprego quando esse diagnóstico é conhecido e esse não deveria ser o caso”, defende Masson.
O especialista aprova os testemunhos de personalidades, como artistas, a respeito de como enfrentam a doença. Segundo ele, isso pode ajudar a lutar contra o preconceito.
“Quando elas falam do próprio sofrimento, da forma como conseguiram atravessar, superar a doença, acho que o público em geral acaba se identificando. Isso pode efetivamente melhorar o acesso aos tratamentos, à liberdade de expressão dentro das próprias famílias. Então, isso por si só, é um passo muito positivo por parte de personalidades que ousam, eu diria, se expor dessa forma.”
Deu em Yahoo/RFI

Descrição Jornalista
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